Boas-vindas!

Chega com a gente!
Tá no ar a plataforma digital do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC).

O INRC é um instrumento de identificação do Patrimônio Cultural Brasileiro, e poderá ser utilizado por prefeituras, governos estaduais, organizações não governamentais e, principalmente, pelas próprias comunidades detentoras das referências culturais em todo o País. A plataforma está apta a receber documentos, fotos, áudios e vídeos sobre as manifestações culturais – inicialmente a partir de projetos-piloto, que contribuirão para o aperfeiçoamento do Inventário. Bora começar? 

A organização e a descrição padronizada das imagens, conforme instrumentos técnicos de gestão da informação e de preservação digital;

A organização e a descrição padronizada das imagens, conforme instrumentos técnicos de gestão da informação e de preservação digital;

A organização e a descrição padronizada das imagens, conforme instrumentos técnicos de gestão da informação e de preservação digital;

Criado em 2000, o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) é uma metodologia desenvolvida pelo Iphan para identificar, documentar e produzir conhecimento sobre referências culturais presentes nos diferentes territórios do Brasil. O inventário reúne informações sobre bens culturais e seus contextos, contribuindo para o reconhecimento e a valorização da diversidade cultural brasileira. Seus objetivos são:

Reconhecer referências culturais, práticas e saberes que são significativos para diferentes grupos e comunidades.

Registrar e organizar informações sobre os bens culturais, seus contextos, características e relações com os territórios e seus detentores.

Ampliar o acesso às informações produzidas pelos inventários, contribuindo para o conhecimento, a valorização e a salvaguarda do patrimônio cultural.

Reconhecer referências culturais, práticas e saberes que são significativos para diferentes grupos e comunidades.

Registrar e organizar informações sobre os bens culturais, seus contextos, características e relações com os territórios e seus detentores.

Ampliar o acesso às informações produzidas pelos inventários, contribuindo para o conhecimento, a valorização e a salvaguarda do patrimônio cultural.

Reconhecer referências culturais, práticas e saberes que são significativos para diferentes grupos e comunidades.

Registrar e organizar informações sobre os bens culturais, seus contextos, características e relações com os territórios e seus detentores.

Ampliar o acesso às informações produzidas pelos inventários, contribuindo para o conhecimento, a valorização e a salvaguarda do patrimônio cultural.

Podem ser saberes e modos de fazer, como “Os mestres-artífices de Minas Gerais, Chapada Diamantina, Pernambuco e Santa Catarina”, ou os fotógrafos “lambe-lambe” de Belo Horizonte (MG). Também são celebrações, festas e folguedos: é Círio de Nazaré (PA), é Festa de Santa Bárbara (BA). Linguagens musicais, iconográficas e performáticas: tem Marabaixo, Jongo, Xondaro dos Guarani Mbyá e o Bumba-Meu-Boi do Maranhão. E, ainda, os espaços em que se produzem práticas culturais, como a Feira de Campina Gande (PB), o Terreiro de Pai Adão (PE), o Vale do Amanhecer (DF) e a Cachoeira de Iauaretê (AM).  

Com esse instrumento, chegamos a 186 inventários, mapeamentos e levantamentos documentais realizados por diferentes organizações e grupos de detentores em todo Brasil. Até o final de 2024, depois de um processo cuidadoso de digitalização e tratamento, toda a documentação dessas ações de identificação estará disponível por aqui também!  

Duas décadas depois e por meio de processos avaliativos, o Inventário foi reestruturado, tendo seus formulários e campos aprimorados. O resultado foi o novo INRC, em formato de plataforma digital, mais moderno, acessível e abrangente. Tudo começa com o INRC: é o primeiro passo para a promoção de políticas de salvaguarda.  

A nova plataforma está em fase experimental. Nessa etapa, o Iphan recebeu projetos-piloto, por meio do edital do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI) de 2023. As propostas para o INRC compõem a Linha 1 do Edital. Os projetos selecionados irão contribuir para dar os arremates no novo INRC. Alguns dos resultado podem ser conferido clicando nos respectivos projetos.

Inventário Participativo do Patrimônio Cultural Imaterial dos Bairros de Bebedouro, Mutange, Bom Parto, Farol e Pinheiro

Mapeamento do forró no Rio de Janeiro