Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Alfredo Azambuja
História de vida
Alfredo azambuja é neto do falecido luiz henrique de souza (1849 / 1905) que além de major era mercador de gado com viagens tropeiras entre o rio grande do sul e sorocaba, tropeiro, portanto. A relação do azambuja com o tropeirismo vem dessa experiência familiar, do seu zelo pela memória tropeira da lapa, dos amigos tropeiros com quem partilha projetos dedicados ao tema e, finalmente, da lembrança de uma viagem de doze dias que fez entre palmas e guarapuava, acompanhando uma tropa na função de cozinheiro. O seu conhecimento a respeito da vida tropeira é seguro e substancioso e dispõe de um considerável acervo de causos e histórias sobre tropas e tropeiros que passaram pela lapa.
Localização
Descrição da atuação em rede
Alfredo azambuja é neto do falecido luiz henrique de souza (1849 / 1905) que além de major era mercador de gado com viagens tropeiras entre o rio grande do sul e sorocaba, tropeiro, portanto. A relação do azambuja com o tropeirismo vem dessa experiência familiar, do seu zelo pela memória tropeira da lapa, dos amigos tropeiros com quem partilha projetos dedicados ao tema e, finalmente, da lembrança de uma viagem de doze dias que fez entre palmas e guarapuava, acompanhando uma tropa na função de cozinheiro. O seu conhecimento a respeito da vida tropeira é seguro e substancioso e dispõe de um considerável acervo de causos e histórias sobre tropas e tropeiros que passaram pela lapa.
Aprendizado do bem
Seu interesse pela vida tropeira vem desde menino, principalmente, por sua história familiar. Aos 28 anos acompanhou uma tropa com 250 cabeças de gado, numa viagem que durou 12 dias entre palmas e guarapuava. Os sítios herdados do seu avô o mantém em contato com a atividade campeira. Seu gosto pelo tropeirismo o incentivou a organizar o primeiro rodeio da lapa, em 1974, com o objetivo de resgatar a memória tropeira, e a participar da fundação do ctg (centro de tradições gaúchas) esteio e tradição, um dos 07 mais importantes existentes na lapa, com o mesmo propósito.
Transmissão de saberes
Sua preocupação em resgatar e difundir a memória tropeira ocorre através da organização de rodeios e de sua participação em celebrações e projetos sobre o tropeirismo implementados pelo município. Azambuja lembra de como alexandre weinhardt silveira fala com orgulho da primeira tropa que viu passar nos anos vinte: 205 cabeças de eqüinos para reprodução, correspondendo, no jargão tropeiro, a “5 sobre 4 talhas”, onde cada talha equivale a 50 animais. “o próprio dono da tropa era o tropeiro e condutor da tropa e chamava-se lucas lili”.

