Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Hebe Maria Rola Santos
História de vida
A entrevistada é estudiosa dos sinos, especialmente os de mariana. Desde 1987 administra cursos sobre a linguagem dos sinos para crianças, jovens e adultos. A entrevistada trabalha a questão da linguagem dos sinos em cursos com aulas teóricas (os sinos na literatura e na história da arte) e aulas práticas, com o auxílio do senhor antônio pacheco filho, ministro da ordem terceira de são francisco de assis e sineiro experiente, além da ajuda do jovem sineiro samir neme de queiróz que foi aluno de um dos primeiros cursos realizados por ela. A idéia desse trabalho surgiu quando, em uma aula de português na universidade, trabalhou com uma fala presente em um dos livros de gramática que usava: “os sinos, já não há quem os toque”. Ao refletir sobre a frase, percebeu que em mariana isso estava ocorrendo e resolveu agir: “gente é mesmo! Está faltando gente para tocar o sino, porque eu estou ouvindo muito pouco o sino. A gente tem que fazer alguma coisa. ” a partir desse dia, a entrevistada começou a fazer os primeiros movimentos no sentido da preservação do toque dos sinos: “os primeiros movimentos foram discussões assim que nós, que eu encetei com sineiros, com padres, com religiosos e tal. Mas não estava dando muito resultado não. ” em 1992, através do departamento de educação da ufop, organizou o primeiro curso, em ouro preto. Entre os alunos, dois deles hoje são consultores do projeto toque dos sinos: mônica alkmin e fábio césar montanheiro. Nesse curso, com o auxílio do departamento de metalurgia da ufop, foi fundido um sino e, ao lado disso, trabalhou-se a lingüística, a literatura. Desse momento em diante, sempre proferiu palestras e cursos sobre o tema. Em 2002, novo curso foi ofertado tendo, além da lingüística e literatura, os sinos na história da arte e música. Já publicou sobre o tema em jornais locais e, em 2004 publicou a cartilha infantil o bem-te-sino, visando divulgar a linguagem dos sinos.
Localização
Descrição da atuação em rede
A entrevistada é estudiosa dos sinos, especialmente os de mariana. Desde 1987 administra cursos sobre a linguagem dos sinos para crianças, jovens e adultos. A entrevistada trabalha a questão da linguagem dos sinos em cursos com aulas teóricas (os sinos na literatura e na história da arte) e aulas práticas, com o auxílio do senhor antônio pacheco filho, ministro da ordem terceira de são francisco de assis e sineiro experiente, além da ajuda do jovem sineiro samir neme de queiróz que foi aluno de um dos primeiros cursos realizados por ela. A idéia desse trabalho surgiu quando, em uma aula de português na universidade, trabalhou com uma fala presente em um dos livros de gramática que usava: “os sinos, já não há quem os toque”. Ao refletir sobre a frase, percebeu que em mariana isso estava ocorrendo e resolveu agir: “gente é mesmo! Está faltando gente para tocar o sino, porque eu estou ouvindo muito pouco o sino. A gente tem que fazer alguma coisa. ” a partir desse dia, a entrevistada começou a fazer os primeiros movimentos no sentido da preservação do toque dos sinos: “os primeiros movimentos foram discussões assim que nós, que eu encetei com sineiros, com padres, com religiosos e tal. Mas não estava dando muito resultado não. ” em 1992, através do departamento de educação da ufop, organizou o primeiro curso, em ouro preto. Entre os alunos, dois deles hoje são consultores do projeto toque dos sinos: mônica alkmin e fábio césar montanheiro. Nesse curso, com o auxílio do departamento de metalurgia da ufop, foi fundido um sino e, ao lado disso, trabalhou-se a lingüística, a literatura. Desse momento em diante, sempre proferiu palestras e cursos sobre o tema. Em 2002, novo curso foi ofertado tendo, além da lingüística e literatura, os sinos na história da arte e música. Já publicou sobre o tema em jornais locais e, em 2004 publicou a cartilha infantil o bem-te-sino, visando divulgar a linguagem dos sinos.
Aprendizado do bem
A entrevistada não é sineira e sim, uma estudiosa do tema. Sendo assim, não aprendeu a tocar mas, a identificar os tipos e ocorrência dos toques.
Transmissão de saberes
Entre os alunos dos cursos, a entrevistada citou: samir neme queiróz, vinícius (não informou sobrenome), jorge teixeira da fonseca, “alguns seminaristas”, “uns sineiros de bandeirantes, dois de furquim e um de mossoró”.

