Informações
Projeto relacionado
Nome completo
José Melo Da Silva Dedé
História de vida
Dedé fala sobre sua participação na Festa do Divino, lembrando seus tempos de infância e sobre seu envolvimento com esta, levando-o mais tarde a ser festeiro, no ano de 2003. Ele diz que recebeu muita ajuda em sua Festa, entao sempre procura auxiliar os demais festeiros de diversas formas: “(...) nós tínhamos a Festa do Divino, que era uma festa muito importante para nós. (...), a Festa do Divino realmente marcava a vida da gente em Paraty. e eu procuro sempre ajudar os festeiros, até porque eu já fui festeiro e na ocasião eu tive muita ajuda. (...) E como eu fui muito ajudado na nossa Festa, eu faço questão de ajudar os festeiros. Seja doando alguma coisa, seja participando, sempre colocando os meus equipamentos à disposição da festa, eu tenho caminhões, eu tenho pessoal, então a gente procura de alguma forma ajudar, e também ajudar financeiramente.”
Localização
Descrição da atuação em rede
Dedé relaciona atrajetória de sua família à da cidade, ele diz que seu pai foi uma figura importante em Paraty, e que o envolvimenta de syua familia com a Festa do Divino venm desde seu avo: “papai teve atuação política importante na cidade, papai foi vereador três vezes, papai tinha uma liderança política bastante grande, e papai também tinha um envolvimento grande com a comunidade, além do meu pai ter sido festeiro da Festa do Divino em três oportunidades, ele também era tesoureiro da Irmandade de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário, tendo realizado diversas festas. (...), também fez parte da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Paraty, onde foi Provedor, além de ter atuado em muitas instituições comunitárias aqui em Paraty, como o Aulus Clube, o Trevo Clube Recreativo, Associação de Caridade São Vicente de Paulo, além da própria Santa Casa, como eu já mencionei. (...) nós contabilizamos seis Festas do Divino, e além do meu avô ter sido festeiro em outras oportunidades (...), nosso envolvimento com a Festa eu acho que chega a mais de dez festas. Eu acredito que essa festa deva ser transformada, como vocês pretendem, (Em patrimônio cultural do Brasil)”porque ela tem uma participação comunitária muito grande, quem faz a festa do Divino na realidade não é o festeiro, o festeiro apenas coordena essa energia toda que a cidade despende para realizar a Festa do Divino. E é interessante a gente observar no decorrer dos festejos, que esse movimento é muito grande, esse movimento é uma energia que a gente sente na cidade, eu, por exemplo, tive a oportunidade, nas novenas que antecedem a festa, de sentir uma energia tão grande na igreja, de sentir a presença do Divino Espírito Santo.”

