Informações
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Nome completo
Maria Da Salete Souza Medeiros
História de vida
Saletinha é devota de são francisco de assis, ela nos contou que primeiro entrou na ordem franciscana secular e depois se dedicou na busca de um espaço, tanto para os franciscanos como para as pessoas que são devotas de são francisco. “bem, esse espaço (referindo-se a capela de são francisco de assis) pra mim, faz parte da minha história espiritual, da minha vida espiritual. Assim, primeiro eu entre na ordem franciscana [. . . ], isso as uns vinte anos atrás ou mais, [. . . ] a gente não tinha um terreno, mais como a paróquia tinha, ele (o pároco da cidade) disse: ‘faça uma reunião com as autoridades, com o prefeito, pra ver se ele é de acordo e pra ver aonde vai se construída essa capela’. Aí pronto, a gente fez essa reunião, até o prefeito ficou preocupado porque tinha que ter alguém pra zelar essa capela [. . . ], aí pronto, foi decidido pra construir essa capela, é como se fosse um salão só”. Mas essa primeira tentativa de construção da capela não deu certo por conta que o terreno era muito acidentado, porém, um devoto de nome teodoro (um senhor de idade avançada e que era mestre de obra), comprou e fez a doação de um terreno para que a capela fosse edificada. “ele (teodoro) se interessou muito [. . . ]. Teve também, a participação de frei fernando, que ele na época era o assistente espiritual da ordem, e ele deu algumas contribuições da alemanha pra gente construir, [. . . ] e também a comunidade colaborava sempre pra gente fazer alguma coisa”.
Localização
Descrição da atuação em rede
Saletinha é devota de são francisco de assis, ela nos contou que primeiro entrou na ordem franciscana secular e depois se dedicou na busca de um espaço, tanto para os franciscanos como para as pessoas que são devotas de são francisco. “bem, esse espaço (referindo-se a capela de são francisco de assis) pra mim, faz parte da minha história espiritual, da minha vida espiritual. Assim, primeiro eu entre na ordem franciscana [. . . ], isso as uns vinte anos atrás ou mais, [. . . ] a gente não tinha um terreno, mais como a paróquia tinha, ele (o pároco da cidade) disse: ‘faça uma reunião com as autoridades, com o prefeito, pra ver se ele é de acordo e pra ver aonde vai se construída essa capela’. Aí pronto, a gente fez essa reunião, até o prefeito ficou preocupado porque tinha que ter alguém pra zelar essa capela [. . . ], aí pronto, foi decidido pra construir essa capela, é como se fosse um salão só”. Mas essa primeira tentativa de construção da capela não deu certo por conta que o terreno era muito acidentado, porém, um devoto de nome teodoro (um senhor de idade avançada e que era mestre de obra), comprou e fez a doação de um terreno para que a capela fosse edificada. “ele (teodoro) se interessou muito [. . . ]. Teve também, a participação de frei fernando, que ele na época era o assistente espiritual da ordem, e ele deu algumas contribuições da alemanha pra gente construir, [. . . ] e também a comunidade colaborava sempre pra gente fazer alguma coisa”.
Aprendizado do bem
“eu sempre desde criança freqüentava a igreja, então através da minha participação, da minha freqüência, alguém me convidou pra eu ser franciscana, e eu aceite. Até porque já tinha uma irmã. E assim, naquela época era muito simples, não tinha muita reunião, não tinha muito encontro [. . . ]. Então alguém me chamou, eu acredito que foi um chamado de deus e de são francisco também. [. . . ] aí pronto, com pouco tempo eu fui consagrada na ordem e eu comecei a fazer parte do conselho”.
Transmissão de saberes
Dona saletinha disse apenas assim: “ensinei a várias pessoas, inclusive essa pessoa que tá aí” (referindo-se a um membro da ordem franciscana que também estava presente na hora da entrevista).

