Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Marilene Weinhardt
História de vida
A relação da família weinhardt com o tropeirismo vem de origens familiares ligadas à história da cidade. O avô de marilene – fernando weinhardt - era funcionário público, mas sempre viveu em chácara. Na cidade ficou conhecido como o “representante dos tropeiros”, pois também negociava e trocava gado bovino e muar, mas nunca saiu com tropas o sr. Alberto weinhardt, avô do pai de marilene e também do seu alexandre, veio da alemanha. Morou primeiramente em são paulo e no rio de janeiro. Em viagem para o rio grande do sul chegou à lapa, onde se casou e fixou residência. Comercializava erva-mate, que levava para o litoral, de lá trazia sal e banana. Já mais velho, teve uma diligência –carroção - com a qual transportava pessoas e correspondência entre lapa e curitiba. O interesse pela temática do tropeirismo tem sobrevivido até a geração atual. A profª marilene. Desenvolve pesquisas referentes à terminologia regional usada na “lida” no campo, que se diferencia do linguajar do rio grande do sul.
Localização
Descrição da atuação em rede
A relação da família weinhardt com o tropeirismo vem de origens familiares ligadas à história da cidade. O avô de marilene – fernando weinhardt - era funcionário público, mas sempre viveu em chácara. Na cidade ficou conhecido como o “representante dos tropeiros”, pois também negociava e trocava gado bovino e muar, mas nunca saiu com tropas o sr. Alberto weinhardt, avô do pai de marilene e também do seu alexandre, veio da alemanha. Morou primeiramente em são paulo e no rio de janeiro. Em viagem para o rio grande do sul chegou à lapa, onde se casou e fixou residência. Comercializava erva-mate, que levava para o litoral, de lá trazia sal e banana. Já mais velho, teve uma diligência –carroção - com a qual transportava pessoas e correspondência entre lapa e curitiba. O interesse pela temática do tropeirismo tem sobrevivido até a geração atual. A profª marilene. Desenvolve pesquisas referentes à terminologia regional usada na “lida” no campo, que se diferencia do linguajar do rio grande do sul.
Aprendizado do bem
O interesse pela memória do tropeirismo e suas relações com a lapa vem desde a infância. A profª marilene ressalta a importância de enfatizar nesta pesquisa as expressões mais usadas na região e específicas do lugar, que se diferencia do linguajar do rio grande do sul.
Transmissão de saberes
O linguajar tropeiro é usado nos trabalhos cotidianos, principalmente na “lida” com os animais, nos rodeios e reuniões que relembram o tropeirismo. Na lapa existem alguns escritores, ligados a união dos tropeiros que publicam livros de contos, poesias e “causos” em linguagem tropeira. A rádio legendária tem um programa específico, comandado por ivacir soares, que divulga músicas, poesias e atividades e eventos que tem como tema o tropeirismo em toda a região sul do país.

