Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Otacílio Antônio Trindade
História de vida
Sr. Otacílio é um pescador aposentado com bastante experiência. Ele diz que já pescou da “bahia até o oiapoque”. Ele completa: “pesquei um bocado de anos em maceió, em alagoas. . . Pesquei em recife, fortaleza. Belém do para eu passei mais de dez anos. E aí por diante. . . Natal. ” pescou quando novo com mangote e com linha. Pescou em barcos de pesca industrial: “é, barco grande. Mas eu, eu trabalhei até em navio até de cento e tantas toneladas. ”, sobre as empresas ele diz: “a primeira que eu pesquei foi alto mar”, depois na “pescanorte s. A”, e a última na “abrastuna, é sulamericana”, porém, sobre essa última, ele complementa: “essa não era industrial mais não. Era. . . Era um pequeno empresário. Um fornecedor. . . Ele arrendava um barco e aí pagava por produção. ” ele complementa: “nesse período teve outra que eu trabalhei em maceió. Mas essa era pescaria de arrastão. Camarão, sabe? ”, com “a lancha arrastando uma rede (. . . )arrasto de porta. ” depois de largar as empresas, otacílio continuou pescando: “pesquei. Até uns três meses atrás eu ainda pescava” com o tresmalho.
Localização
Descrição da atuação em rede
Sr. Otacílio é um pescador aposentado com bastante experiência. Ele diz que já pescou da “bahia até o oiapoque”. Ele completa: “pesquei um bocado de anos em maceió, em alagoas. . . Pesquei em recife, fortaleza. Belém do para eu passei mais de dez anos. E aí por diante. . . Natal. ” pescou quando novo com mangote e com linha. Pescou em barcos de pesca industrial: “é, barco grande. Mas eu, eu trabalhei até em navio até de cento e tantas toneladas. ”, sobre as empresas ele diz: “a primeira que eu pesquei foi alto mar”, depois na “pescanorte s. A”, e a última na “abrastuna, é sulamericana”, porém, sobre essa última, ele complementa: “essa não era industrial mais não. Era. . . Era um pequeno empresário. Um fornecedor. . . Ele arrendava um barco e aí pagava por produção. ” ele complementa: “nesse período teve outra que eu trabalhei em maceió. Mas essa era pescaria de arrastão. Camarão, sabe? ”, com “a lancha arrastando uma rede (. . . )arrasto de porta. ” depois de largar as empresas, otacílio continuou pescando: “pesquei. Até uns três meses atrás eu ainda pescava” com o tresmalho.
Aprendizado do bem
Otacílio explica: “eu aprendi a pescar aqui com pescador criado quase no meio do mato. . . Muitos já se foram e me ensinaram a pescar. . . De mangote(. . . )a gente pegava o camarão de noite, assim, no poço. . . ”. Ele continua, dizendo que tinha “. . . 12 anos, aí nós pegávamos o camarão aqui, e de manhã nós íamos nessa jangada pescar lá onde tem aquelas docas por lá” porém, nas docas ele ia pescar “de anzol, era de linha. ” sobre quem lhe ensinou, otacílio comenta: “aqui, mais um que morreu, a gente tinha já de idade. . . Por nome de cardoso. Tem outro que mora aqui, no começo do lugar, de lá para cá, aqui, que é vivo ainda. Está bem velinho. Aposentado, não pesca mais. É (seu) tonho. Pesquei mais. . . Compadre (velho de torta). Já, eu um rapazinho. . . ”
Transmissão de saberes
Otacílio diz: “ensinei um bocado de gente, viu? ” ele cita: “daqui para natal. Por um bocado de canto. Aqui tem. . . Tem um que se chama (juninho), era da redinha, pescou um bocado de anos comigo. Ele comigo. Lá fora. De veleiro. Lá no canto do mangue, tem um compadre meu, que eu ensinei ele a pescar. Pesca. . . ” sobre quem ele ensinou em maracajaú, ele fala: “aqui de. . . De rede. Eu ensinei um bocado aqui. De jangada também. Têm outros que nem pescam mais. Já trabalham no turismo. ” dos que continuaram como pescadores, ele explica: “tem deles aqui que são mestres de barco. Tem. . . Tem compadre (cândido de del), compadre raimundo (paru). Hoje é dono daquela jangada ali. . . É um bom pescador. Quando pescou comigo. . . Em jangada, ele. Lá fora. ”

