Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Paulo Siriaco
História de vida
Paulo constrói covos para viver. Ele explica que trabalha “por encomenda. ” e de vez em quando, pesca com eles também. “tem um amigo meu que tem uma, uma lancha. Ele compra o covo de mim. . . Às vezes falta um pescador e eu vou, passo seis dias no mar, pescando. . . ” “é, a vida inteira. Eu pesco 15 dias. . . Quando. . . Eu vou para o mar pescar. . . Porque não é direto. Às vezes paro um mês. Eu vou para o mar. . . ” por fim, paulo explica que na sua oficina, trabalham outros com ele: “hoje tem. . . Hoje tem o quê? Tem, eu e tem mais dois. Mas só vem para fechar o covo. . . O que é mais fácil. . . Ele faz isso aqui. Ele corta. Aí o outro vem e fecha. ”
Localização
Descrição da atuação em rede
Paulo constrói covos para viver. Ele explica que trabalha “por encomenda. ” e de vez em quando, pesca com eles também. “tem um amigo meu que tem uma, uma lancha. Ele compra o covo de mim. . . Às vezes falta um pescador e eu vou, passo seis dias no mar, pescando. . . ” “é, a vida inteira. Eu pesco 15 dias. . . Quando. . . Eu vou para o mar pescar. . . Porque não é direto. Às vezes paro um mês. Eu vou para o mar. . . ” por fim, paulo explica que na sua oficina, trabalham outros com ele: “hoje tem. . . Hoje tem o quê? Tem, eu e tem mais dois. Mas só vem para fechar o covo. . . O que é mais fácil. . . Ele faz isso aqui. Ele corta. Aí o outro vem e fecha. ”
Aprendizado do bem
“comecei a pescar com 12 anos de idade. Era menino, não é? Aí um tio meu da época lá me ensinou a pescar. ” o nome dele era “chico roliço. (. . . ) é, eu ia só enfiar as iscas e arrumando, para o pescador profissional botar a isca no cordel. Que ali também pescava muito, e aí eu aprendi (. . . ) nessa época, era também cozinheiro do barco. “com 12 anos. . . Eu fui para areia branca pescar. . . Eu era de menor. . . A minha mãe deixou porque o rapaz que vai aqui, a gente conhece, (. . . ). Aí eu fui com 14 anos para areia branca. . . E já fui (. . . ), porque eu sabia cozinhar. . . Aí eu fiquei trabalhando como pescador profissional. (. . . ) e eu, realmente eu. . . Pesco, mas eu gosto muito de cozinhar. ” paulo já pescou em diversas localidades, areia branca, santos, recife e natal são os exemplos citados. Sobre ter um basco, paulo fala: “. . . Eu tinha uma jangada mas vendi, não deu certo não. (. . . ) eu comprei a jangada para pescar de covo (. . . ,) só que eu não tinha tempo de levar para o mar nessa época. . . ” quanto ao ofício do covo, ele fala: “eu aprendi também quando eu era menino. (primeiramente era) mangue. Era vara de mangue, que a gente primeiramente descascava os paus. . . Para fazer os covos das lagostas. . . Para ficar bem (ovinho). . . Aí eu fui aprendendo. . . Que. . . Uma pescaria, como que é o negócio. . . E me ensinou, não é? Eu aprendi rápido também, não é? Com 10 anos eu já raspava o pau. ” e completa: “quem me ensinou foi um rapaz chamado chumbado, ele já morreu já. ”
Transmissão de saberes
“já ensinei muita gente já. Aqui inclusive, há uns dois anos atrás. Tiveram umas pesquisas aí do governo, para acabar com o compressor e fazer só covo, não é? Então eu. . . Eu fui. . . Indicado como instrutor. Eu tenho um documento aqui. . . Que dá uma assinatura. . . Era uma pessoa que andava com o presidente. Que era o lula na época. Então eu ensinei a eles. . . Não sabiam. Ensinei aqui em rio do fogo. Ensinei em pititinga. Pessoal a fazer os covos para lagosta. . . Fazia até os covos. ” eram pesquisas “do governo federal. ” já em rio do fogo, ele fala que ensinou um rapaz, “ele se chama chicão (. . . ) ensinei ele. Ensinei mais gente assim. . . Pessoa que estiver comprando aqui, tudo fui eu que ensinei. Eu. . . ”

