Informações
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Nome completo
Rodrigo Fina Ferreira
História de vida
O entrevistado nos relata que sua relação com o toque dos sinos se iniciou ainda criança: “eu acho que toda a criança quanto está no adro de igreja fica olhando lá para cima e fica imaginando quem está lá e como é que faz pra tocar o sino e dá aquela curiosidade, e acho que essa curiosidade é que leva a gente. Eu na época, quando eu comecei, eu era coroinha, ai já tive oportunidade pra começar a subir na torre e aprender. Eu acho que foi isso, o principal foi a curiosidade de aprender a tocar”. Como relatou anteriormente, rodrigo teve um elemento facilitador às torres sineiras, o fato de ele já estar atuando em outras funcionalidades religiosas como coroinha, e isto, o permitiu conhecer de bem perto todo este universo sineiro no qual se encontra inserido ainda hoje.
Localização
Descrição da atuação em rede
O entrevistado nos relata que sua relação com o toque dos sinos se iniciou ainda criança: “eu acho que toda a criança quanto está no adro de igreja fica olhando lá para cima e fica imaginando quem está lá e como é que faz pra tocar o sino e dá aquela curiosidade, e acho que essa curiosidade é que leva a gente. Eu na época, quando eu comecei, eu era coroinha, ai já tive oportunidade pra começar a subir na torre e aprender. Eu acho que foi isso, o principal foi a curiosidade de aprender a tocar”. Como relatou anteriormente, rodrigo teve um elemento facilitador às torres sineiras, o fato de ele já estar atuando em outras funcionalidades religiosas como coroinha, e isto, o permitiu conhecer de bem perto todo este universo sineiro no qual se encontra inserido ainda hoje.
Aprendizado do bem
O entrevistado relata que começou a tocar sinos na igreja de nossa senhora da conceição de antônio dias com aproximadamente 10 anos, sendo que desde os 8 anos de idade já atuava como coroinha “[. . . ] 90% dos sineiros foram coroinhas [. . . ]” diz. Quanto ao seu aprendizado diz que aprendeu com o mestre sineiro e sacristão jovelino teodoro, com o sineiro eliseu damasceno e com o sineiro conhecido como john.
Transmissão de saberes
O entrevistado relata que já ensinou a seu irmão e que se preocupa em pedir aos amigos para sineiros para ensinarem aos outros, para que a tradição não se acabe. “[. . . ] nós, todo mundo, assim, falamos prá passar. Não pode perder, acho que muita coisa já se perdeu [. . . ]”.

