Informações
Projeto relacionado
Nome completo
José Francisco Costa Chico Divino
História de vida
José Francisco participa da festa do divino de várias formas. Na qualidade de artesão segundo o exercício de sua função, confecciona, bem como na restaura, objetos utilizados na Festa do Divino, como o resplendor e as pombinhas de madeira do divino, também rconta que já fez trabalhos voluntários para a Festa. Além de outras formas de contribuição para a Festa, ministra uma oficina para crianças, ensinando a arte de produzir esses objetos: “(...) eu faço o resplendor, a Bandeira da Promessa. (...), (...), oratórios (...).Eu faço um pouco de marcenaria, instalação, artesão, e carpintaria. E um pouco de música também. Eles pedem também as pombinhas para consertar. (...), eu faço todo ano um divino diferente, um dia faço uma pomba, outro dia uma bandeira. Esse ano estou com a idéia de fazer um resplendor, para eles arrecadarem fundos para ajudar com a festa. (...)tenho também a oficina com as crianças na FLIP, (..) da arte do divino. (...) Essa oficina é o jeito como fazer o Divino, a origem, de onde ele veio. Então eu conto essa história para as crianças, por que o significado do divino, a pomba. depois eu preparo o material, de cada aula é um tema diferente. Hoje as crianças vão aprender a fazer um resplendor, para que serve o resplendor, porque os raios, porque a pomba no meio. ai eu explico tudo direitinho para eles.(...) Eu já prestei muito serviço voluntário, já fiz doação, eu gosto também de doar todo ano, é o pessoal chama de prenda (...) para o leilão. aí eu faço todo ano um divino diferente, um dia faço uma pomba, outro dia uma bandeira. Esse ano estou com a idéia de fazer um resplendor, para eles arrecadarem fundos para ajudar com a festa. (...) comecei com dez anos. (...), eu toco com o pessoal da banda. Eu estou na banda desde 1979, eu tinha dez anos, até hoje. (...), banda que acompanha os dez dias de festa.”
Localização
Descrição da atuação em rede
José Francisco considera que, o seu envolvimento com a Festa do Divino, tanto profissional como e pessoal, teve origem na sua infância, observando a participação da sua família na Festa, assim como a profissão de seu pai: “Meu pai era carpinteiro, (...), ai essas coisas dele mexer com madeira, ele começou a me ensinar a trabalhar com as ferramentas,(...), eu comecei com dez anos. Quando eu tinha sete anos, na época quando o meu pai foi sacristão da igreja, dessa época para cá eu tomei gosto e carinho pela festa do Divino. Ai eu já cortei vários dedos de tanto fazer pombinho.”

