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Nome completo
Leônidas Passos Da Silva
História de vida
Leônidas já participou de duas comissões do Divino mas o seu sua maior contribuição para com a Festa é a organização das danças deste evento, que realeza com o grupo por ele formado na década de 90: “Eu na verdade participo com tudo, tem dia que eu faço uma apresentação com os cirandeiros, que eu tenho um grupo de cirandeiros, tem a gincana, que a gente participa, eu tenho uma equipe, faço parte de uma equipe, tem as danças que eu faço todo ano, dança dos velhos, ciranda, dança das fitas, dentro da ciranda tem várias vertentes da ciranda, são outras danças. (...) Grupo de Danças Folclóricas Anazita Correia que era a professora de Paraty, eu mesmo que botei o nome no grupo. (...) nesse ano da festa do seu Aloysio (...)Aí me chamaram, (...) foi feita uma comissão.(...) minha prima foi festeira e ela me botou na comissão.”
Localização
Descrição da atuação em rede
Leônidas declara que mesmo não sendo um católico praticante, tinha vontade de ser festeiro do Divino, e esse desejo é recorrente entre os paratyenses, mesmo entre os que não são católicos: “(...) mesmo que você não vá a igreja, você não é aquele católico, mas todo mundo quer fazer a Festa do Divino, até por essa coisa mesmo de quem faz, quer fazer melhor que o outro. É uma disputa carinhosa, ninguém quer ser melhor que o outro para dizer eu sou melhor que você, apenas para dizer que ‘a minha festa é a melhor que existiu até hoje’. Todas as festas são muito parecidas, porque o festeiro ele faz a parte religiosa e a parte profana fica a cargo da prefeitura, e isso já vem de alguns anos, então até isso perdeu-se. Antes a gente sabia que era o Bira, uma grande festa, seu Dito Coupê, o Hilton Silva, e o Seu Benício. Então a festa sempre rodava entre esses. Quando outro pegava, não era assim tão grandiosa quanto as que eles faziam. (...) E hoje ainda está mais forte isso, hoje só é festeiro quem está lá dentro. É um grupo, e eles fazem, eles vão mudando de um para o outro.”

