Informações
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Nome completo
Rival Rubens Rival
História de vida
Foi festeiro em 1956 e sempre participa fazendo doação.
Localização
Descrição da atuação em rede
O entrevistado mencionou que até 1960, ele participava de todas as festas religiosas da cidade. Mas após a sua decepção com o exercício de sua atividade política, primeiramente enquanto vereador e depois como vice-prefeito e prefeito, afastou-se completamente de qualquer tipo de organização pública. O entrevistado sofreu um acidente em 1954 no qual ele perdeu uma visão, o que, segundo ele, foi a razão da promessa de sua família de que eles fariam uma festa do Divino, caso ele se recuperasse. Norival contou que a sua festa foi modesta porque naquela época não se tinha o apoio da prefeitura, a cidade não tinha as atuais rodovias e o município estava com a economia devastada e, devido a isso tudo, não sobrava dinheiro para passar para a paróquia. Os seus filhos costumam participar atualmente da festa. Além da celebração de 1956, ele participou da organização da festa do Benício de Melo Góes. Para o entrevistado, tanto a festa do Divino como ser festeiro são demonstração de fé. O entrevistado, apesar de não ser católico praticante, credita ao Divino a sua recuperação após o acidente em seu antigo comércio. Norival diz que a sua mãe era católica, sempre ia à igreja, mas que não ajudava na organização da festa do Divino porque ela despendia muito tempo cuidando de seu pai, que sempre foi muito doente. Ele apontou o fato de que, após realizar a sua festa, ajudou a organizar várias outras festas do Divino. Em 1956, ele chegou a contar com a extinta folia do Maneco Folião. Norival assegura que é muito importante ser popular e ter amigos no caso de querer ser festeiro.

