Informações
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Nome completo
Rita Emília Da Conceição
História de vida
Dona rita afirma ser descendente de uma cabocla braba que viveu nas proximidades da cidade de carnaúba dos dantas. Por esta razão gosta muito de ouvir falar no assunto, embora afirme não ter muito a dizer a este respeito. Por outro lado, teve a infância e a juventude marcadas pelas histórias de trancoso narradas diariamente por seu avô paterno (vicente carolino), e pelas histórias narradas por seu pai (zé vicente), que em além de ter visto diversas assombrações, recebeu a visita de uma alma que queria lhe dar uma botija. “um dia pai chegou aí disse assim. . . Eu estou sonhando uns sonhos, mas eu acredito nisso! Um rapaz dos amaros que tinham não sei pra onde eram meus amigos e morreu um e está me aparecendo, pra eu ir. . . Eu tenho lá fé nisso! Aí ele contou. Já faziam noites que ele sonhava. Ele contou, aí disse eu pra picuí amanhã, eu vou olhar. . . Lá o canto, quando eu terminar de vender a carne aí eu vou olhar. Tinha dito que era de traz do cemitério. . . Aí pai disse eu vou olhar, aí pai quando terminou de vender a carne aí foi,quando chegou lá, estava o buraco. Já tinham arrancado. Ele contou, né? Quando ele contou por certo ela já deu a outro, esse outro foi e arrancou, né? Porque ele não queria, ele sonhou mais não queria não”.
Localização
Descrição da atuação em rede
Dona rita afirma ser descendente de uma cabocla braba que viveu nas proximidades da cidade de carnaúba dos dantas. Por esta razão gosta muito de ouvir falar no assunto, embora afirme não ter muito a dizer a este respeito. Por outro lado, teve a infância e a juventude marcadas pelas histórias de trancoso narradas diariamente por seu avô paterno (vicente carolino), e pelas histórias narradas por seu pai (zé vicente), que em além de ter visto diversas assombrações, recebeu a visita de uma alma que queria lhe dar uma botija. “um dia pai chegou aí disse assim. . . Eu estou sonhando uns sonhos, mas eu acredito nisso! Um rapaz dos amaros que tinham não sei pra onde eram meus amigos e morreu um e está me aparecendo, pra eu ir. . . Eu tenho lá fé nisso! Aí ele contou. Já faziam noites que ele sonhava. Ele contou, aí disse eu pra picuí amanhã, eu vou olhar. . . Lá o canto, quando eu terminar de vender a carne aí eu vou olhar. Tinha dito que era de traz do cemitério. . . Aí pai disse eu vou olhar, aí pai quando terminou de vender a carne aí foi,quando chegou lá, estava o buraco. Já tinham arrancado. Ele contou, né? Quando ele contou por certo ela já deu a outro, esse outro foi e arrancou, né? Porque ele não queria, ele sonhou mais não queria não”.
Aprendizado do bem
A entrevistada afirma que seus primeiros contatos com as histórias de trancoso ocorreram em sua própria casa, na infância. Haja vista que seu avô paterno era um grande contador de tais histórias. “pelo menos nós pra dormir vovô tinha, tinha que nós se deitar debaixo da rede dele pra ele passar um bom tempo contando”.
Transmissão de saberes
Não, apenas fala do assunto quando encontra que pede.

