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Nome completo
Jorge Luiz De Moura E Silva
História de vida
Jorge é um pescador que pesca apenas com tresmalho. Afirma que pescou a vida inteira no mesmo barco, correspondente a uma jangada. Em suas palavras: “eu comecei com esse daí, não é mais esse daí, mas a gente vai reformando. No mesmo. Reformando. ” jorge se mudou para diogo lopes para trabalhar. Na época era solteiro e foi pescar para um senhor que veio a se tornar seu sogro. Este tinha uma família que morava na costa, e tinha três filhas. Uma delas tornou-se esposa de sr. Jorge. O pescador fala um pouco do tresmalho e explica: “dessa pescaria, não é todo mundo que quer pescar dela, sabe? O tresmalho, não é todo mundo que quer pescar nele. Tanto que está ficando uma pescaria quase acabando. Porque o pessoal não quer. Porque ganha pouco. ” hoje jorge é dono do seu próprio tresmalho, porém, como ele mesmo diz: “comecei do zero. ” e afirma: “eu graças a deus tenho trabalhado bem, e todo mundo admira o meu trabalho nessa área. ”
Localização
Descrição da atuação em rede
Jorge é um pescador que pesca apenas com tresmalho. Afirma que pescou a vida inteira no mesmo barco, correspondente a uma jangada. Em suas palavras: “eu comecei com esse daí, não é mais esse daí, mas a gente vai reformando. No mesmo. Reformando. ” jorge se mudou para diogo lopes para trabalhar. Na época era solteiro e foi pescar para um senhor que veio a se tornar seu sogro. Este tinha uma família que morava na costa, e tinha três filhas. Uma delas tornou-se esposa de sr. Jorge. O pescador fala um pouco do tresmalho e explica: “dessa pescaria, não é todo mundo que quer pescar dela, sabe? O tresmalho, não é todo mundo que quer pescar nele. Tanto que está ficando uma pescaria quase acabando. Porque o pessoal não quer. Porque ganha pouco. ” hoje jorge é dono do seu próprio tresmalho, porém, como ele mesmo diz: “comecei do zero. ” e afirma: “eu graças a deus tenho trabalhado bem, e todo mundo admira o meu trabalho nessa área. ”
Aprendizado do bem
O entrevistado afirma que aprendeu logo cedo a pescar. Relata o seguinte: “desde menino, que lá na praia que eu falei, pititinga, que eu já fazia essa pesca aí, de tresmalho. Daí eu fui crescendo e comecei a pescar mais. Os mais velhos, não é? Meus pais, meus avós, meus irmãos. . . Aí chegou um tempo que eu fui embora de lá e vim para cá. Quando cheguei aqui aí eu comprei um tresmalho aqui. E olhando os outros pescarem e comecei a pescar também. ” sr. Jorge afirma que quem lhe ensinou foi um senhos apelidado tapitô.
Transmissão de saberes
O entrevistado afirma: “rapaz, eu tenho ensinado bastante. Muito cara que, muito pescador que trabalhava comigo, já hoje trabalha mandando em outros tresmalhos, tomando conta, como se fosse dono, certo? Aquele dono tem confiança já nele, aí entrega para ele e ele já pega o pescado por conta dele. ” sobre os nomes dos aprendizes, jorge diz, “lembro. Só não sei o nome e sobrenome, tudo. Mas de nome eu sei. Robinho. Robinho. . . O outro, por apelido, que nós chamamos, tio. Esse aí também já pesca, foi pescador meu, já hoje toma conta do tresmalho dos outros. Tem também, bastinho”, entre outros.

