Informações
Perfil étnico-racial
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Histórico da atuação cultural/patrimonial
Músico, percussionista, artesão e educador. Iniciou sua trajetória como baterista em 2002.
Em 2006, teve contato com a percussão popular e passou a integrar grupos percussivos e maracatus na cidade de Maceió.
Em 2012, integrou alguns regionais e se aprofundou no samba e choro, passando então a absorver o pandeiro como ponto central de sua expressão musical. Atualmente, encabeça o projeto Pandeiros Al (rede alagoana de pandeiros) onde reúne pessoas interessadas no instrumento com intuito de prática musical, troca e comércio de instrumentos, acessórios, aulas, networking e formação de público. O projeto tem atuação internacional; leciona em projetos culturais e ONGs na cidade de Maceió. Integrou diversos projetos em arte, educação para crianças e adultos, como projeto Batuquerê, Cidadania Lagunar, Vida nova nas grotas, Tambores na praça, bem como acompanha artistas em vários trabalhos musicais por todo o nordeste. Em suas produções, aborda uma estética universal da música, fazendo uso de programações, sintetizando eletronicamente o som de instrumentos acústicos e mesclando ritmos da cultura popular aos ritmos da música mundial. Sua atuação dialoga com o teatro e com a moda desde 2018, tendo assinado trilhas para desfiles, atuações em musicais e trilhas para vídeos promocionais.
Atua também como artesão, realizando esculturas e joias em madeira, metal e outros materiais, expondo em feiras nacionais e internacionais. Sua formação se concentra principalmente na vivência em música popular e nos brinquedos de rua como maracatu, coco e bumba meu boi.
Em 2018, passou pela Escola Técnica de Artes da UFAL, onde ficou até o início da pandemia, quando trancou o curso. Entre 2012 e 2017, participou de diversas oficinas e cursos de formação, agregando a pluralidade técnica dos ritmos brasileiros ao seu conhecimento. Durante o período pandêmico, participou de algumas formações EaD em produção musical e engenharia de áudio aplicada ao pandeiro. Em sua formação não acadêmica, destaca-se a vivência direta com o Hermeto Pascoal e o mestre de percussão Wilson Santos (ambos alagoanos). Estuda pandeiro desde 2011.
Pesquisa sobre pandeiro e suas variedades técnicas estilísticas na cultura popular desde 2012 (Atualmente desenvolve a pesquisa independente: Pandeiros de Alagoas).




