Pesca predatória

Nos lagos e igarapés de uso comum e de entorno, há presença recorrente de posseiros e não residentes realizando pesca e caça com fins comerciais, frequentemente com redes e apetrechos considerados “predatórios” pelos moradores. A captura intensiva, sobretudo no período de verão, quando os peixes ficam represados nos lagos, pressiona estoques de espécies como pirarucu, tucunaré, traíra, surubim, pescada, tartarugas e tracajás, afetando diretamente o abastecimento alimentar quilombola e os ciclos de reposição da fauna aquática.