Informações
Projeto de identificação relacionado
Apresentação
O Trio Bom D+ é um trio de forró pé de serra do estado do Rio de Janeiro dedicado à valorização de referências tradicionais da cena, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Flávio José.
Localização
Espaços utilizados pelo grupo
O trio realiza apresentações em diferentes municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, como a própria capital, Nova Iguaçu e Duque de Caxias. Dentre os espaços ocupados estão redes de restaurantes, bares, shoppings, a Feira de São Cristóvão, bailes e festas privadas.
Relações predominantes
Descrição das relações do grupo
O trio reúne músicos que se aproximaram a partir de vínculos familiares e de relações de convivência profissional na cena do forró.
Organização e hierarquias
Nas apresentações, os membros são responsáveis pelos seus respectivos instrumentos. Ademais, a organização do trio requer o contato direto com contratantes e a divulgação dos eventos, além da própria realização de shows e montagem de repertório.
Formas de tomada das decisões
Os artistas não contam com produtores ou empresários e buscam compartilhar as atribuições conforme suas disponibilidades e experiências.
Papéis e funções dos integrantes do grupo
A formação é composta por Erasmo do Forró (sanfona), Armandinho (zabumba) e Luciano Beija-Flor (triângulo).
Número de integrantes do grupo
3
Formação do grupo
O Trio Bom D+ foi criado a partir da reunião de músicos que atuavam no circuito de forró vinculados à outras formações e desejavam consolidar um trabalho contínuo e com maior número de shows. Antes do ingresso de Erasmo, o trio chegou a atuar com outro sanfoneiro, que não compõe a atual configuração.
Atividades econômicas
Produtos geradores de renda
As apresentações de forró pé de serra são as atividades que geram renda para a continuidade do grupo.
Comercialização de produtos
A verba obtida pode ser decorrente de cachês previamente acordados, da cobrança de couvert artístico ou da venda de bilheteria em eventos.
Dificuldade para a comercialização
Os músicos destacam que o reconhecimento e a remuneração financeira do trabalho é limitada, resultando no pagamento de cachês considerados insuficientes, sobretudo quando comparados com formações de destaque midiático e comercial. Os integrantes também apontam que é desafiador conciliar o trabalho musical com outras profissões e manter uma agenda contínua de atuação, visto a oscilação periódica que atravessa o circuito do forró.




