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Galego do Acarajé (André Antônio)
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Adriana Guimaraes Duarte | Airton de Souza Melo | Álvaro dos Santos | Clair da Cunha Moura Junior | Josemary Omena Passos Ferrare | Juliana Nicolle Rebelo Barretto | Nadja Waleska Silva Rocha
Nome completo
André Antônio dos Santos
Data de nascimento
2 de dezembro de 1982
História de vida
Sobre este perfil
Este perfil reúne informações produzidas na etapa inicial da pesquisa do Inventário Participativo do Patrimônio Cultural Imaterial dos bairros de Bebedouro, Bom Parto, Farol, Mutange e Pinheiro – IPCI Maceió.
As informações correspondem ao Questionário 1 (Censo Comunitário), instrumento de caráter predominantemente quantitativo, aplicado de forma abrangente para identificar e caracterizar os fazedores de cultura e as referências culturais às quais estão vinculados.
Por se tratar da etapa inicial de identificação, este perfil apresenta informações mais sintéticas, relacionadas à caracterização do participante e à sua vinculação com as referências culturais identificadas. Esses dados contribuíram para a construção de um panorama dos fazedores, práticas e saberes identificados pela pesquisa.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Perfil étnico-racial
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
Bem cultural relacionado
Descrição
O ofício de acarajé é a prática tradicional das baianas de acarajé, que se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Essa prática inclui a produção e venda de acarajés e outras "comidas de baiana" em espaços públicos, sendo uma atividade predominantemente feminina com fortes raízes religiosas e culturais ligadas ao culto dos orixás. Além do preparo da comida, o ofício engloba a indumentária (turbantes, panos e colares) e os rituais associados, representando uma importante expressão de resistência e memória afro-brasileira.
No contexto alagoano, mais especificamente na cidade de Maceió, no entanto, o acarajé é comercializado predominantemente como lanche ou comida de rua, em carrinhos semelhantes aos de pipoca, adaptados ao preparo do acarajé. A venda é feita por homens e mulheres sem relação diretamente declarada à qualquer religião de matriz africana, trajados sem vestimenta específica. É um alimento facilmente encontrado em praças, pequenos centros de comércio e também nas praias urbanas.
No que se refere ao territórios estudados na cidade de Maceió, podemos citar ocorrência deste saber nos bairros de Bebedouro, Pinheiro e Farol.
Localização
Relação com o bem cultural
Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
Lugar onde é praticado o bem cultural
Relação do bem cultural com o lugar
Dados socioeconômicos
Escolaridade ou formação profissional
Ensino fundamental incompleto
Remuneração
Regularmente


