Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Danilo Cândido Lima Freitas
Data de nascimento
25 de setembro de 2000
História de vida
Nascido no Nordeste em 2000 e radicado no Rio de Janeiro desde 2007, Danilo Cândido iniciou sua performance de técnicas tradicionais e de salão precocemente aos 10 anos (2011), sob a tutela de seu tio, o professor Líder. Sua trajetória é marcada por um amadurecimento artístico que culminou na gestão da unidade Tijuca da escola Jaime Arôxa. Um marco fundamental de sua carreira como produtor foi a criação do evento "Já Tô No Forró", cuja estreia ocorreu em 1º de abril de 2023. Recentemente, consolidou sua atuação de alto nível ao organizar um festival de três dias (sexta a domingo) com a participação da artista Thaís Nogueira, evidenciando sua transição de instrutor a um articulador central da cadeia produtiva do forró carioca.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Organizações representativas
Descrição da atuação em rede
Como articulador do evento "Já Tô No Forró", articula uma rede de colaboração que interliga músicos, produtores e divulgadores do gênero.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Danilo atua como docente, produtor, DJ, fotógrafo e videógrafo. Demonstra uma percepção etnográfica apurada ao identificar três nichos de público no Rio de Janeiro: 1) Público de Escola de Dança/Universitário (focado em bandas como Rastapé e Falamansa); 2) Circuito de Festival/Roots; e 3) Público Geral/Feira (frequentadores ocasionais motivados por atrações específicas).
Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
2011
Aprendizado do bem
Iniciou o aprendizado prático com o tio (Líder) e refinou sua técnica no estilo Jaime Arôxa. É autodidata na gestão de negócios e no domínio instrumental percussivo. Sobre o aprendizado do triângulo, o detentor relata um esforço físico exaustivo, descrevendo que, após uma hora de execução contínua, o instrumento parecia "pesar 10kg", evidenciando a dedicação necessária para a performance.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
Danilo identifica três nichos de público no Rio de Janeiro com diferentes territorialidades. O detentor planeja projetos de extensão para levar o forró a escolas públicas (CIEPs) e expandir a marca "JAT" para outras cidades, como Macaé e São Paulo. A sustentabilidade da prática é impactada pela violência urbana no Rio de Janeiro, fator que gera insegurança no público e retração do consumo cultural.
Aprendizado do bem
Iniciou o aprendizado prático com o tio (Líder) e refinou sua técnica no estilo Jaime Arôxa. É autodidata na gestão de negócios e no domínio instrumental percussivo. Sobre o aprendizado do triângulo, o detentor relata um esforço físico exaustivo, descrevendo que, após uma hora de execução contínua, o instrumento parecia "pesar 10kg", evidenciando a dedicação necessária para a performance.
Transmissão de saberes
Atua no ensino particular desde 2017 e coletivo desde 2019. Utiliza uma metodologia de "desconstrução do movimento" que privilegia a autonomia criativa em vez de sequências fixas. Aplica o uso da zabumba como método rítmico-sensorial pedagógico para auxiliar alunos na manutenção do tempo e na diferenciação técnica entre Xote, Baião e Forró. A difusão de saberes é ampliada por canais digitais (Instagram e TikTok).
Itens relacionados a este
3.3 - Identificação - Bem Cultural
Detentores do bem cultural




