Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Rodrigo Edgar Jesus dos Santos
História de vida
Rodrigo Edgar é um detentor cujas raízes remontam a Aracaju, Sergipe — território por ele referenciado como a "capital do forró". Sua trajetória iniciou-se organicamente aos 6 anos no ambiente escolar, alcançando a profissionalização aos 14 anos em grupos tradicionais sergipanos. Como migrante nordestino em Macaé (RJ), integrou inicialmente o grupo ABC do Lagomar. Em 20 de novembro de 2012, fundou a Quadrilha Unidos da Lua de Prata, transpondo a estética e a técnica sergipana para o contexto da Baixada Litorânea fluminense. Sob sua liderança, o coletivo consolidou-se como uma das principais referências regionais, acumulando títulos como o campeonato em Casimiro de Abreu (2018), o terceiro lugar no estadual da AquaRio (2023) e, mais recentemente, a premiação de "Melhor Quadrilha da Noite" em São Francisco de Itabapoana (2024).
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Grupos representativos
Descrição da atuação em rede
Atua com Liderança de Coletivos, principalmente vinculado à Quadrilhas Juninas.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Se relaciona com o forró por meio do fortalecimento de redes de salvaguarda do bem cultural. Atualmente é uma liderança em grupos de quadrilhas juninas.
Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
Aos 14 anos
Aprendizado do bem
No ambiente escolar.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugares
Aprendizado do bem
No ambiente escolar.
Transmissão de saberes
Ocorre de forma prática e intensiva. Entre outubro e maio, o detentor transforma sua residência em um regime de "hospedagem cultural": brincantes de regiões distantes (como Unamar) permanecem em sua casa de sexta a domingo para imersão em ensaios e confecção coletiva de figurinos.
Incentivo financeiro à prática de bem cultural
Recebe incentivo a partir de recursos obtidos em editais.




