Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Rodrigo Guimarães
História de vida
Rodrigo Guimarães iniciou sua trajetória no universo das matrizes tradicionais do forró em 1997, aos 13 anos de idade. Sua identificação inicial com o gênero decorreu da observação do ambiente "alternativo" e informal do forró pé-de-serra, que permitia uma expressão estética e social distinta das convenções das baladas urbanas da época. Iniciou sua trajetória profissional aos 18 anos na banda Forró de Ponta, atuando até 2007, quando participou pela primeira vez do Festival de Itaúnas. Após um hiato profissional entre 2007 e 2016, retomou as atividades com o Trio Mussambê, apresentando-se em polos como Aldeia Velha. Em 2018, consolidou o grupo Amargô, projeto que conferiu projeção nacional ao seu trabalho como zabumbeiro e gestor. Sua trajetória é marcada por conquistas técnicas em festivais de relevância nacional, que servem como indicadores de sua circulação artística. Destaca-se a vitória no Festival da Lua Cheia (Altinópolis/SP), onde o grupo foi premiado como melhor banda e melhor música com ""Forró do Manguezal"". Um aspecto relevante para o registro histórico é que o grupo sagrou-se campeão sendo o único ""trio"" na competição, superando formações expandidas com baterias e múltiplas sanfonas, o que reafirma a resiliência da instrumentação tradicional. Além disso, obteve o 4º lugar no Festival de Itaúnas (ES). Atualmente, integra o quarteto Amargô ao lado de Vinícius Carinhoso, Thays Sodré e Marcelo Bruno.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Descrição da atuação em rede
Participa de grupos de forró com outros forrozeiros.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Zabumbeiro e produtor.
Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
1993
Aprendizado do bem
Convivência e observação participante nos ambientes de baile
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Aprendizado do bem
Convivência e observação participante nos ambientes de baile
Transmissão de saberes
A transmissão ocorre por meio da performance ao vivo e da manutenção de espaços no Rio de Janeiro. Rodrigo utiliza as plataformas digitais (Instagram e Spotify) não apenas como ferramentas de divulgação, mas como meios de manter a estética do forró pé-de-serra em evidência para novos públicos, garantindo a circulação do bem cultural diante das transformações do mercado fonográfico.
Incentivo financeiro à prática de bem cultural
Recebe de acordo com demanda de apresentações e incentivos através de editais. Possui experiência com editais públicos (Lei Paulo Gustavo), embora a complexidade burocrática e a morosidade dos pagamentos sejam apontadas como barreiras à gestão financeira imediata.




