Informações
Projeto de identificação relacionado
Apresentação
Se apresentando como uma banda de "forró caiçara", o Chama Maré desenvolve um trabalho autoral que combina referências tradicionais do forró com inspirações decorrentes dos territórios caiçaras de Paraty. O grupo construiu uma identidade própria a partir de composições que abordam temas ligados à natureza, às comunidades tradicionais e às experiências da Costa Verde. Ao longo dos anos, a banda tornou-se reconhecida pelos moradores da região, que se identificam com as vivências narradas.
Localização
Espaços utilizados pelo grupo
As atividades do Chama Maré ocorrem principalmente nos espaços e eventos culturais de Paraty, como saraus, casas de show, festas juninas e festivais, incluindo o Festival da Cachaça e a Festa do Divino. Suas apresentações também são realizadas em comunidades caiçaras do território, especialmente na Praia do Sono, Pouso da Cajaíba, Barra Grande e Campinho. Ademais, o grupo já atuou esporadicamente em outros municípios fluminenses e paulistas.
Relações predominantes
Descrição das relações do grupo
O grupo é formado por músicos que compartilham diferentes experiências, favorecendo a criação da sua identidade artística característica. Ao longo dos anos, a banda passou por mudanças em sua dinâmica devido aos diferentes projetos pessoais e profissionais de seus integrantes, além de períodos de pausa e reorganização das atividades.
Papéis e funções dos integrantes do grupo
As funções são distribuídas de acordo com os instrumentos e responsabilidades artísticas de cada integrante. A formação inclui Gui Sena (vocais, zabumba e composição), Leonardo Pisan (guitarra), Henrique Gabriel (triângulo e percussão), Rodrigo Cruz (contrabaixo) e Luiz Fernando (bateria).
Formação do grupo
O Chama Maré foi criado em 2010, a partir do convite feito a Gui Sena por um amigo que precisava montar uma banda rapidamente para uma apresentação organizada pela Prefeitura de Paraty. Com pouco tempo disponível, os envolvidos reuniram músicos da região e organizaram um repertório inicial baseado em músicas tradicionais de forró. Em seguida, começaram a surgir as composições autorais, entre elas a canção “Forró do Mamanguá”, que se tornou uma referência importante para o grupo.
Atividades econômicas
Produtos geradores de renda
Entre os produtos gerados pelo grupo estão os shows e as gravações de composições autorais. Em 2011, a banda gravou um CD de maneira independente, financiado pelos próprios integrantes, cujas canções também foram disponibilizadas em plataformas digitais de streaming.
Comercialização de produtos
As apresentações musicais conduzidas pela banda resultam na geração de renda por meio do pagamento de cachês pelos contratantes.
Dificuldade para a comercialização
Dentre as principais dificuldades enfrentadas está a ausência de financiamento para a gravação de suas composições.




