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Linária Alves
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Adriana Guimaraes Duarte | Airton de Souza Melo | Álvaro dos Santos | Clair da Cunha Moura Junior | Josemary Omena Passos Ferrare | Juliana Nicolle Rebelo Barretto | Nadja Waleska Silva Rocha
Nome completo
Linária Alves da Silva
Data de nascimento
4 de outubro de 1982
História de vida
Sobre este perfil
Este perfil reúne informações produzidas na etapa inicial da pesquisa do Inventário Participativo do Patrimônio Cultural Imaterial dos bairros de Bebedouro, Bom Parto, Farol, Mutange e Pinheiro – IPCI Maceió.
As informações correspondem ao Questionário 1 (Censo Comunitário), instrumento de caráter predominantemente quantitativo, aplicado de forma abrangente para identificar e caracterizar os fazedores de cultura e as referências culturais às quais estão vinculados.
Por se tratar da etapa inicial de identificação, este perfil apresenta informações mais sintéticas, relacionadas à caracterização do participante e à sua vinculação com as referências culturais identificadas. Esses dados contribuíram para a construção de um panorama dos fazedores, práticas e saberes identificados pela pesquisa.
Identificação de gênero
Mulher cisgênero
Perfil étnico-racial
Pertence a algum Povo ou Comunidade tradicional?
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
-
Bem cultural relacionado
Descrição
Saber tradicional, ligado às comunidades pesqueira e ao uso sustentável de recursos naturais e à cultura local. Neste caso nos referimos especialmente a pesca realizada na Laguna Mundaú, que margeia os bairros de Bebedouro, Bom Parto e Mutange em Maceió e diretamente afetados pela mineração, tendo grande parte ou a totalidade de seus territórios desocupados e demolidos por determinação da defesa civil da cidade de Maceió, desterritorializando pescadores, marisqueiras e catadores(as) de Sururu.
Localização
Relação com o bem cultural
MarisqueiraData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
Acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil. -
Bem cultural relacionado
Descrição
O Ofício das Despinicadeiras de Sururu constitui uma prática cultural profundamente enraizada no cotidiano das comunidades ribeirinhas de Maceió, onde o sururu — fruto do mar amplamente apreciado e valorizado na culinária local — ocupa lugar de destaque nas tradições alimentares da cidade. Associado à cadeia produtiva desse molusco, abundante na Lagoa Mundaú, o ofício é exercido majoritariamente por mulheres marisqueiras, responsáveis por etapas fundamentais após a coleta, como a limpeza, a separação e a retirada do fiapo do sururu.
Trata-se de um trabalho manual, minucioso e exaustivo, que exige destreza, conhecimento prático e resistência, sendo transmitido entre gerações como parte dos saberes tradicionais locais. Para além de assegurar a qualidade do produto destinado à comercialização em feiras, mercados e bancas informais, o ofício das despinicadeiras expressa modos de vida, relações de trabalho e formas de pertencimento territorial, configurando-se como um importante bem cultural imaterial vinculado à identidade e à economia popular da região.Localização
Relação com o bem cultural
MarisqueiraData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
Acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
A quadrilha junina é uma dança tradicional das festas de Junho do Nordeste brasileiro, inspirada nas danças de salão europeias trazidas pelos portugueses e adaptada à cultura popular. Trata-se de uma dança coletiva, coreografada e encenada, que celebra os festejos dedicados aos santos católicos do período, com trajes, músicas, marcação e passos que podem apresentar variações a depender do caráter tradicional ou estilizado do grupo em questão.
Em Maceió, os bairros objeto de estudo do Inventário, são uma referência na realização dessa prática com significativa concentração de dançarinos(as) e grupos. Seus integrantes costumam estar envolvidos também com outras danças e atividades culturais, tais como Coco de Roda, Dança Afro, Boi de Carnaval.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
Acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil
Dados socioeconômicos
Escolaridade ou formação profissional
Ensino Médio Completo
Remuneração
Regularmente


