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Adda, Adinha, Adda Feitosa
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Adriana Guimaraes Duarte | Airton de Souza Melo | Álvaro dos Santos | Clair da Cunha Moura Junior | Josemary Omena Passos Ferrare | Juliana Nicolle Rebelo Barretto | Nadja Waleska Silva Rocha
Nome completo
Adda Karolina Alves Feitosa
Data de nascimento
10 de novembro de 1986
História de vida
Sobre este perfil
Este perfil reúne informações produzidas na etapa inicial da pesquisa do Inventário Participativo do Patrimônio Cultural Imaterial dos bairros de Bebedouro, Bom Parto, Farol, Mutange e Pinheiro – IPCI Maceió.
As informações correspondem ao Questionário 1 (Censo Comunitário), instrumento de caráter predominantemente quantitativo, aplicado de forma abrangente para identificar e caracterizar os fazedores de cultura e as referências culturais às quais estão vinculados.
Por se tratar da etapa inicial de identificação, este perfil apresenta informações mais sintéticas, relacionadas à caracterização do participante e à sua vinculação com as referências culturais identificadas. Esses dados contribuíram para a construção de um panorama dos fazedores, práticas e saberes identificados pela pesquisa.
Identificação de gênero
Prefiro não informar
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
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Bem cultural relacionado
Descrição
A quadrilha junina é uma dança tradicional das festas de Junho do Nordeste brasileiro, inspirada nas danças de salão europeias trazidas pelos portugueses e adaptada à cultura popular. Trata-se de uma dança coletiva, coreografada e encenada, que celebra os festejos dedicados aos santos católicos do período, com trajes, músicas, marcação e passos que podem apresentar variações a depender do caráter tradicional ou estilizado do grupo em questão.
Em Maceió, os bairros objeto de estudo do Inventário, são uma referência na realização dessa prática com significativa concentração de dançarinos(as) e grupos. Seus integrantes costumam estar envolvidos também com outras danças e atividades culturais, tais como Coco de Roda, Dança Afro, Boi de Carnaval.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
16 a 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Nesta categoria foram agrupados fazedores de cultura envolvidos na organização, produção e articulação de eventos culturais, religiosos, artísticos e comunitários de diferentes portes, realizados nos territórios estudados. Incluem-se nesse conjunto pessoas responsáveis pela mobilização comunitária, planejamento, coordenação de atividades, montagem de programações, apoio logístico e promoção de ações culturais que dinamizam a vida social local. Essas atuações estão presentes em festividades, apresentações artísticas, celebrações religiosas, ações formativas, eventos escolares e iniciativas comunitárias, contribuindo para o fortalecimento das redes de sociabilidade, da participação coletiva e da continuidade das práticas culturais nos bairros de Bom Parto, Bebedouro, Mutange, Pinheiro e Farol.
Localização
Relação com o bem cultural
Agente CulturalData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
16 a 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Durante a realização do Inventário, foram identificados fazedores de cultura dos bairros de Mutange e Pinheiro que se reconheceram como profissionais vinculados à cadeia produtiva do cinema, bem como agentes atuantes em iniciativas de cineclubismo. Considerando a forte inter-relação entre essas práticas, optou-se por seu agrupamento sob um único título de bem cultural, denominado “Cinema e Cineclubismo”.
Esse agrupamento fundamenta-se na compreensão de que o cineclubismo constitui uma das principais formas de difusão, formação de público e reflexão crítica no campo do cinema, configurando-se como espaço coletivo de exibição, discussão e formação cinematográfica, organizado de forma independente e sem fins lucrativos. Por meio de sessões seguidas de debates, palestras e atividades educativas, os cineclubes valorizam obras autorais, clássicos, produções nacionais, independentes ou pouco exibidas no circuito comercial.
Historicamente, o cineclubismo desempenha papel relevante na circulação de ideias e na valorização do cinema como expressão artística e instrumento de reflexão social, evidenciando a continuidade entre produção, difusão e fruição audiovisual. Nesse sentido, o agrupamento em um único bem cultural busca refletir essa cadeia integrada de práticas e saberes.
No processo de levantamento, também foi identificada a ocorrência de um fazedor cultural do bairro de Bebedouro associado a esse mesmo campo de atuação, reforçando o caráter transversal e articulador do bem para além de um território específico.Localização
Relação com o bem cultural
Produtora CulturalData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
16 a 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Foram identificados no território profissionais do teatro, dança (gêneros variados) e artes circenses, organizados em coletivos e associações ou atuando de forma independente. Atuavam junto às comunidades dos bairros inventariados, tendo alguns deles realocados suas sedes e locais de ensaio após a desocupação.
Localização
Relação com o bem cultural
Produtora e técnica em artes dramáticasData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
16 a 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil.
Dados socioeconômicos
Escolaridade ou formação profissional
Ensino técnico completo
Remuneração
Regularmente


