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Alê, Alexandrea (José Alexandre)
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Adriana Guimaraes Duarte | Airton de Souza Melo | Álvaro dos Santos | Clair da Cunha Moura Junior | Josemary Omena Passos Ferrare | Juliana Nicolle Rebelo Barretto | Nadja Waleska Silva Rocha
Nome completo
José Alexandre Constantino dos Santos
Data de nascimento
1 de janeiro de 1982
História de vida
Multiartista e pesquisador das Danças de Quilombo, folguedo popular caracterizado como uma dança dramática tradicional de Alagoas.
Atuou como Agente Comunitário de Pesquisa no projeto IPCI Maceió, contribuindo para as atividades de pesquisa e levantamento de informações junto às comunidades participantes. Para conhecer mais sobre o/a fazedor/a cultural e sua participação no projeto, consulte a seção Agentes do Patrimônio.
Identificação de gênero
Pessoa não binária
Perfil étnico-racial
Pertence a algum Povo ou Comunidade tradicional?
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
-
Bem cultural relacionado
Descrição
Durante muito tempo pensou-se ser os Quilombos um auto que rememorava o acontecimento do Quilombo dos Palmares. Porém, com a identificação desse auto com similares no Brasil e no estrangeiro (Congadas, Cucumbis, Caboclinhos, Mouriscadas), chegou-se à conclusão que é uma adaptação local ou reinterpretação de origem branca e erudita de danças brasileiras e europeias que demonstram lutas, hora entre negros e brancos, ou morros e cristãos, ou negros e indígenas.
Seus personagens são: reis dos negros, rei dos caboclos, rainha, Catarina, papai velho, espia dos caboclos, indígenas, negros e vigia dos negros.
Os indígenas vestem-se a caráter, os negros vestem calça curta de mescla, camiseta, chapéu de palha e empunham foices de madeira. O rei dos negros e caboclos usam trajes reais. A rainha, menina de 10 anos, usa vestido branco comprido, guarda peito de espelhos, capa de cetim enfeitada com areis brilhante.
O auto conta de três episódios e geralmente é apresentado em barraca ou rancho de palha, enfeitado com bandeirinhas, representado em qualquer época do ano por ocasião de festividades religiosas.
(ALAGOAS. Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa. Cartilha – Alagoas, seus folguedos e suas danças. 2. ed. Maceió: Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, 2024.)
No que se refere ao território estudado foram localizados fazedores de cultura relacionados a essa prática no bairro do Bebedouro.Localização
Relação com o bem cultural
Coordenador e pesquisador do GrupoData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
16 a 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Foram identificados no território profissionais do teatro, dança (gêneros variados) e artes circenses, organizados em coletivos e associações ou atuando de forma independente. Atuavam junto às comunidades dos bairros inventariados, tendo alguns deles realocados suas sedes e locais de ensaio após a desocupação.
Localização
Relação com o bem cultural
DançarinoData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
12 a 15 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
A quadrilha junina é uma dança tradicional das festas de Junho do Nordeste brasileiro, inspirada nas danças de salão europeias trazidas pelos portugueses e adaptada à cultura popular. Trata-se de uma dança coletiva, coreografada e encenada, que celebra os festejos dedicados aos santos católicos do período, com trajes, músicas, marcação e passos que podem apresentar variações a depender do caráter tradicional ou estilizado do grupo em questão.
Em Maceió, os bairros objeto de estudo do Inventário, são uma referência na realização dessa prática com significativa concentração de dançarinos(as) e grupos. Seus integrantes costumam estar envolvidos também com outras danças e atividades culturais, tais como Coco de Roda, Dança Afro, Boi de Carnaval.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
12 a 15 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Bebedouro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil.
Dados socioeconômicos
Escolaridade ou formação profissional
Pós-graduação
Remuneração
Não remunerado


