Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Jade Safirah de Silva e Souza
Data de nascimento
16 de janeiro de 0995
História de vida
Nascida no Amazonas, sua história com a música iniciou-se na infância, influenciada pelo ambiente familiar: Jade é filha de pai percussionista, mãe multiartista e avó cantora. Aos 14 anos, já se apresentava em palcos, orientada pela mãe. Chegou ao estado do Rio de Janeiro em 2017, quando iniciou o seu contato com o forró através de amigos envolvidos na cena. Atualmente, canta individualmente pelas ruas de Paraty, especialmente nas proximidades da Igreja da Matriz, e também apresenta-se com o Trio Tamarutaca. Além do canto, toca alguns instrumentos percussivos, sobretudo o pandeiro. Seu repertório não é composto apenas por forró, incluindo o samba, a música popular brasileira e composições autorais de referências amazonenses e folclóricas.
Identificação de gênero
Mulher cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Descrição da atuação em rede
Além do trabalho solo, Jade participa do Trio Tamarutaca, junto dos forrozeiros Mateus Rocha e José Mauro.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
A artista realiza apresentações de forró em Paraty, cantando e tocando triângulo.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
Destaca que, atualmente, o forró é a principal cena noturna de Paraty, marcada pela presença semanal de um público assíduo. A artista também percebe um grande conjunto de referências do Norte e Nordeste que atravessam os eventos - realizados, principalmente, em quiosques de praia, bares e restaurantes. Em relação às atuações que ocorrem nas ruas, nota que a receptividade é positiva, gerando elogios do público e a arrecadação financeira nos "chapéus". Jade inspira-se diferentes referências, como sua avó Luiz Gonzaga, Édith Piaf e Milton Nascimento.
Aprendizado do bem
Aprendeu a cantar com a avó, que foi artista e participou da sua criação cotidiana.
Incentivo financeiro à prática de bem cultural
Para Jade, a cena do forró na Costa Verde necessita de investimentos públicos voltado à valorização dos instrumentistas e cantores. A artista pontua que não costuma participar de editais culturais, pois considera difícil atender às adequações exigida.





