Informações
Identificação de gênero
Pessoa não binária
Histórico da atuação cultural/patrimonial
Allexandrëa, 42 anos, nasci, cresci, vivi; Bebedouro, cultura, arte, patrimônio imaterial. Rua do Arame, Flexais, bigú no trem, carnavais, Praça Lucena Maranhão, São Joãos, Ladeira do Calmon, Vila Saem, Lagoa Mundaú, Sururu, corpo nú, Xucuru Kariri. Danças de Quilombo, Bebedouro, teve muito buruçu, quilombolas, nos terreiros, nas vielas, nas ruas, encruzilhadas, corpos estendidos, onde nada se compara com atual crime, viu foi nada, o povo de Bebedouro, puro, luxo, ouro.
Multi-artista, com vivências, pesquisas, criações; artísticas e acadêmicas nas perspectivas Futuristas Afro e Indígenas, diversidades de gênero e sexualidades.
Interesses e experiências em; Atuação, DRT 1082/AL, dança, psicologia CRP/4551-AL, pesquisa, performance, intérprete de criação, preparação corporal e de elenco, direção, dramaturgia, curadoria, cerimoniais, produção, nas artes cênicas e audiovisuais.
Em mais de 25 anos de carreira na ponte Maceió/Rio de Janeiro/São Paulo, já atuou em mais de 40 peças de teatro (adulto, infantil, musical, leitura dramatizada), espetáculos de dança contemporânea premiados, além de óperas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, performances autorais e individuais, performances coletivas com destaque para o trabalho com o artista britânico-alemão, o coreógrafo Tino Sehgal no CCBB do Rio de Janeiro, participou ainda de web séries, publicidade, videoarte. Escreveu um capítulo do livro GÊNERO EXPANDIDO: PERFORMANCES E CONTRASSEXUALIDADES, organizado por Dodi Leal e Marcelo Denny. Editora: Annablume, 2018 e é uma das pessoas autoras da coletânea Orgulho! Acervos, Memorias e Escritas de Si das lutas LGBTQIAPN+ em Alagoas/2025.
Em 2016, conquistou o prêmio de melhor (performance e dança) no Festival Experimental de Cinema em Toronto/Canadá, como protagonista do curta metragem “Ícaro” de Carla Shah, é um dos protagonistas do longa “Cavalo”/ 2021 de Rafhael Barbosa e Werner Sales, que integrou a lista dos 15 filmes habilitados para disputar a indicação de representante do Brasil no Oscar 2022 , tem em seu currículo outros filmes, é protagonista do clipe Guria.
Assina sua primeira direção áudio visual, o curta-metragem: “Namorador”/2021, contemplado com prêmio FUNARTE 2020 #ARTERESPIRO, está em pós produção de dois novos filmes na direção.
No ano de 2021, participou da curadoria do Festival Alagoanes de cinema, em comemoração aos CEM anos do cinema alagoano, em 2023 assinou a curadoria da VI Mostra SESC de Cinema/AL.
Estudou Interpretação na (ETA/UFAL), e no Instituto Tá na Rua (RJ), 2007/2009 sob a direção de Amir Haddad, graduação em Psicologia (PUC-Rio), 2015.1 com pesquisa em Artes, Design e tecnologia, pós-graduação ICHCA/Arte e sociedade UFAL/2024, com projeto de pesquisa sobre “o papel do corpo em performance, numa perspectiva afro e indígena, no áudio visual”. Faz parte da Coletiva de pesquisa, intercâmbio e criação AL/SP/BA; Peles Pretas, Mascaras Pretas e da Liga Afro Alagoana. Estuda, pesquisa, facilita há 15 anos, o Contato Improvisação e a Dança Contemporânea.
Enquanto artista em exercício da minha cidadania, faço parte da Coletiva Peles Pretas, Mascaras Pretas de co criação, intercâmbio, pesquisa sobre teatralidades, danças e demais aspectos das culturas afro e indígenas no Brasil, faço parte como artista e sociedade civil do GT para tombamento da coleção perseverança/AL, “quebra/1912”, em parceria com IPHAN e demais
entidades envolvidas, como os povos de terreiro e atualmente, estou como agente de pesquisa do IPCI/AL, para valorização da memória de mestras mestres, da cultura, patrimônio imaterial dos bairros atingidos pelo crime da Braskem.




