Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
André Luiz Brandão
História de vida
André é luthier, multi-instrumentista, produtor cultural e educador artístico, que pesquisa e desenvolve práticas voltadas às musicas e folguedos tradicionais populares desde 2011. Tem experiência com oficinas de construção de instrumentos musicais e ritmos da música popular brasileira, já tendo passado por estados como Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Vivendo em Paraty desde 2018, é membro fundador do Trio Maria Aurora e da Banda de Pífanos de Paraty, além de oficineiro no projeto de musicalização que acontece no Centro de Referência Ciranda de Tarituba. Também atua como ritmista no bloco Maracatu Tira o Mofo e percussionista no bloco Arrastão do Jabaquara.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Não
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Atua em grupos de forró, tocando pife e zabumba, e como luthier. Realiza apresentações na Costa Verde e participa de eventos como os festivais de forró e as festas juninas. Também coordena oficinas de instrumentos em comunidades da região.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
As práticas de forró compõem a cena cultural de Paraty, fazendo-se presentes em estabelecimentos noturnos, praças públicas, festas juninas e festivais locais. Os músicos atuantes no município pertencem a uma rede de forrozeiros da região da Costa Verde responsável pelo estabelecimento de parcerias e a realização de shows. André pontua que, nessa área, as práticas de forró se relacionam às tradições caiçaras e às bandas de pífano.
Transmissão de saberes
O artista coordena oficinas, onde transmite os seus conhecimentos para as comunidades de Paraty. A partir delas, ensina a construir e tocar instrumentos, além de compartilhar saberes acerca das tradições de matrizes culturais brasileiras. Dessa maneira, dialoga com diferentes faixas etárias e busca contribuir para a manutenção das práticas musicais locais, sobretudo em relação ao pife.




