Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Claudia Ribeiro da Silva
Data de nascimento
10 de agosto de 1979
História de vida
Nascida na cidade de Tanhaçu, interior da Bahia, Claudia cresceu em uma família de agricultores que se considera musical: seus pais, tios e avôs tocavam instrumentos como sanfona, triângulo, pandeiro e cavaquinho. Em busca de melhores terras, se mudaram para o Paraná, onde passaram a frequentar bailes ao som de Luiz Gonzaga. Durante a adolescência, iniciou seu percurso no teatro e, em 2013, passou a residir em Paraty - onde aprendeu a tocar um triângulo que ganhou da irmã e começou a se apresentar. Já integrou alguns trios de forró, como o Trio Berimbau, além de grupos relacionados à outras vertentes musicais, e participou de festivais da região. Em alguns de seus shows, cria uma produção cênica e ainda trabalha como atriz.
Identificação de gênero
Mulher cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Descrição da atuação em rede
Já fez participações em trios de forró, mas não compõe nenhuma formação fixa atualmente. Em Paraty, além do Trio Berimbau, integrou o grupo de coco Nega Pisô, em que compôs algumas canções inspiradas na cidade. Atualmente, faz parte do Samba das Trabalhadoras e do coletivo Mutuan, onde toca alfaia. Em todos esses casos, busca manter um diálogo com o forró, misturando suas referências e instrumentos.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Cantando e tocando triângulo, realiza apresentações de forró na região da Costa Verde, onde busca promover diálogos com outras propostas musicais e incentivar a dança.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
Claudia percebe que Paraty possui um circuito de forró movimentado. Semanalmente, há eventos na Praia do Pontal, em parceria com um quiosque local, além de apresentações pontuais na Praia do Sono e em casas de show e bares da cidade. No meio do ano, essa cena se intensifica, impulsionada pelas festas juninas. Dentre as mais antigas, a artista destaca aquelas que ocorrem nos bairros Jabaquara e Chácara, além do Quilombo do Campinho. No município, também acontece o Festival de Forró da Praia do Sono e novas iniciativas no Pouso da Cajaíba.
Aprendizado do bem
Cresceu ouvindo as músicas de Luiz Gonzaga presentes nos discos de vinil do seu tio, bem como Dominguinhos, Mestrinho, Jackson do Pandeiro e Marinês. Ainda criança, nos bailes organizados pela sua família, aprendeu os primeiros passos de dança ao observar os mais velhos. Anos mais tarde, incentivada pela irmã, aprendeu a tocar triângulo.
Incentivo financeiro à prática de bem cultural
Para Claudia, um dos principais entraves à promoção da cena do forró em Paraty é a escassez de espaços estruturados e seguros para receber o público. Além disso, ela ainda pontua a falta de equipamentos adequados para as apresentações, além das limitações de horário e de acesso no transporte.




