Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Mateus Henrique da Rocha Vitório
Data de nascimento
6 de agosto de 1996
História de vida
Nascido em Belo Horizonte, mudou-se para Paraty durante a pandemia de covid-19, quando o curso de música que realizava foi transferido para o formato virtual. Toca forró desde o período em que residiu na capital mineira, quando integrou o grupo Cerrado Groove. Junto de diferentes músicos, já passou por outros estados brasileiros, explorando ritmos como samba, bossa nova e blues. Na região da Costa Verde, integrou o Trio Maria Aurora e, atualmente, faz parte do Fino da Flor e do Trio Tamarutaca. É multi-instrumentista, compõe músicas autorais e também realiza a afinação e restauração de instrumentos, como o acordeon.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Descrição da atuação em rede
Atua com forrozeiros parceiros, sobretudo nos grupos Fino da Flor (com Carmen Saravá, Alexis Mosquera e Lara Rodrigues) e Trio Tamarutaca (junto de Zé Mauro e Jade Safirah).
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Como multi-instrumentista, atua na cena do forró de Paraty realizando apresentações junto de outros artistas locais.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
Costuma se apresentar em quiosques de praia, como o Quebramar, e em bares da cidade, sobretudo no seu Centro Histórico. A maioria desses eventos não conta com arrecadação de bilheteria e remunera os artistas por meio de cachês. Mateus percebe que há uma grande procura pelo forró na cidade, intensificada nos meses de festa junina. Ademais, Paraty recebe um fluxo volumoso de forrozeiros e públicos vindos de São Paulo, especialmente de Ubatuba.
Em sua casa, possui as ferramentas e o espaço que permitem trabalhar com o reparo dos instrumentos. Contudo, pontua que a procura por esse serviço em Paraty é baixa.
Aprendizado do bem
Iniciou um curso de música pela Faculdade Estadual de Minas Gerais, mas optou por não concluí-lo ao se mudar para Paraty em 2020. Antes de se dedicar à sanfona, teve contato com diversos instrumentos, como viola caipira, escaleta, violino, gaita harmônica e violão, desenvolvendo desde cedo sua percepção musical. Conheceu a sanfona aos 20 anos, quando um forrozeiro lhe emprestou o instrumento. Mateus se encantou de imediato e logo adquiriu uma Rampazzo de 80 baixos. Passou a estudá-la de forma autodidata, inicialmente explorando um repertório internacional, e, em seguida, aprofundando-se nas tradições do forró, com referências como Luiz Gonzaga, Trio Nordestino, Trio Mossoró e Trio Norte.




