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Marcio Gleison
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Marcio Gleison Cidrão Rodrigues
Data de nascimento
29 de setembro de 1978
História de vida
Natural do Ceará, Marcio migrou para o Rio de Janeiro, no município de Nilópolis, na virada para a década de 1980. Criado em uma família de raízes nordestinas, teve o primeiro contato com o forró através de sua avó rendeira, que ouvia sanfona em um rádio de pilha. Embora tenha atuado como instrumentista de outros gêneros (como a MPB), sua entrada profissional no universo do forró ocorreu em 2015, como contrabaixista em um trio na Zona Sul carioca. Em 2018, fundou o Trio Nilopolitano, onde passou a atuar como vocalista e a estudar acordeom.
Localização
Atuação coletiva
Sim
Atuação coletiva
Descrição da atuação em rede
Marcio colabora com diversos produtores e forrozeiros fluminenses, como Zé Paiva e Beto Souza, além de se articular com a rede "Forró no Rio" que divulga os eventos desta cena.
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Relação do bem cultural com o lugar
Transmissão de saberes
Aprendizado do bem
Seus aprendizados foram iniciados pelo convívio familiar. A profissionalização ocorreu através da prática como músico de baile e, posteriormente, pelo estudo do acordeom e da história de referências.
Transmissão de saberes
Atua voluntariamente em escolas públicas realizando oficinas e contação de histórias sobre a música nordestina, apresentando os instrumentos e as variações rítmicas para crianças.
Dados socioeconômicos
Incentivo financeiro à prática de bem cultural
Marcio vem participando de editais culturais, mas sua remuneração depende dos cachês de apresentações e eventos, realizados sob regime de Micro Empreendedor Individual (MEI).


