Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
Nome completo
Valéria Cristina Freitas Nogueira da Guia
Data de nascimento
11 de dezembro de 1965
História de vida
Nascida em Recife (PE) e filha de um musicista profissional, Valéria cresceu em uma casa que, frequentemente, recebia maestros e integrantes da banda da Prefeitura Municipal do Recife para ensaios. Diante dessa convivência cotidiana, sua relação afetiva com a música foi iniciada ainda na infância. Posteriormente, migrou para o Rio de Janeiro e, residindo no município de Cabo Frio, se aproximou do forró quando foi convidada por Rogéria Sena, em 2019, para conhecer o grupo que daria origem ao bloco Dicabo a Rabo. Chegando aos ensaios, no espaço Som do Mar, envolveu-se com o projeto e iniciou o aprendizado da zabumba. Desde então, integra as apresentações do coletivo e vem desenvolvendo seu repertório no instrumento.
Identificação de gênero
Mulher cisgênero
Localização
Atuação coletiva
Sim
Descrição da atuação em rede
A atuação em rede desenvolvida por Valéria acontece atrelada ao bloco DiCabo a Rabo, articulando músicos locais, produtores culturais, espaços de evento e artistas fluminenses, especialmente aqueles que possuem trabalhos autorais. Dentre eles, estão Caio Vargas, Alessandra Luna, Hugo Malta, Gabriel Oliveira, Karenn Varela, Igor Conde, Negadeza, Emerson Santana e muitos outros.
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Sua atuação acontece principalmente como instrumentista do bloco Dicabo a Rabo, onde toca zabumba. Para Valéria, o bloco possui um papel importante ao inserir o forró no circuito cultural de Cabo Frio como uma opção de lazer, ensino e sociabilidade. Ela também destaca a dimensão afetiva da cena, destacando que o forró desperta a criação de vínculos entre músicos, dançarinos e público.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
Valéria percebe um crescimento referente à circulação do forró no estado do Rio de Janeiro, sobretudo através de festivais. Ela aponta para uma ampliação de interesse do público e para a expansão do forró como prática presente em diferentes cidades fluminenses.
Aprendizado do bem
Os conhecimentos musicais de Valéria foram inicialmente construídos dentro do ambiente familiar, a partir da convivência com o pai musicista e seus colegas de banda. Anos depois, seu aprendizado foi ampliado por meio das oficinas de instrumentos promovidas pelo projeto DiCabo a Rabo, que propõem um aprendizado prático e coletivo. Além de inspirar-se em referências tradicionais, como Luiz Gonzaga e Dominguinhos, a zabumbeira também busca valorizar compositores contemporâneos da cena local.
Transmissão de saberes
Durante as oficinas do bloco DiCabo a Rabo, Valéria compartilha os seus estudos e busca auxiliar novos integrantes, especialmente mulheres interessadas em ingressar no circuito de forró.




