Informações
Projeto de identificação relacionado
Apresentação
O Sotaque do Nordeste é um trio de forró pé de serra do estado do Rio de Janeiro que realiza shows em diversos eventos, especialmente nos festejos juninos. Ao longo de sua trajetória, o grupo atuou em diferentes municípios fluminenses, articulando repertórios de referências tradicionais do forró, como Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Trio Nordestino.
Localização
Espaços utilizados pelo grupo
As apresentações acontecem em casas de show, bares, clubes e espaços culturais de bairros como Lapa e Barra da Tijuca.
Relações predominantes
Descrição das relações do grupo
O trio reúne músicos que atuam na cena do forró há cerca de cinco décadas, cujas relações são baseadas em parcerias de convivência e trabalho.
Organização e hierarquias
A partir de seus conhecimentos, todos os integrantes contribuem com a tomada de decisões referentes às atividades do trio. Dentre elas estão a montagem de repertório, a realização de ensaios e o agendamento de shows.
Papéis e funções dos integrantes do grupo
O trio reúne Antônio Fidelis (sanfona), Antônio Faísca (triângulo e voz) e Beto Marrom (zabumba).
Número de integrantes do grupo
3
Formação do grupo
A formação do Sotaque do Nordeste ocorreu a partir da iniciativa de Fidélis, após o encerramento da formação em que atuava anteriormente. O sanfoneiro reuniu Beto Marrom e Antônio Faísca com o intuito de dar continuidade à sua trajetória no forró e consolidar um grupo de músicos que acumulam experiência na cena.
Atividades econômicas
Produtos geradores de renda
Os principais produtos geradores de renda são as suas apresentações, sobretudo no período de São João, que concentra o maior volume de atividades.
Comercialização de produtos
A renda das apresentações pode ser gerada pelo pagamento de cachês previamente acordados, pela cobrança de couvert artístico ou pela arrecadação de bilheteria na entrada dos eventos.
Dificuldade para a comercialização
Fidélis explica que a principal dificuldade enfrentada pelo grupo são os cachês considerados insuficientes, resultado do que o sanfoneiro aponta como uma desvalorização do trabalho de forrozeiros. Nesse sentido, ele indica que muitos músicos realizam apresentações por valores baixos ou até mesmo gratuitamente. Ademais, também há desafios referentes aos altos custos envolvidos na manutenção dos instrumentos, especialmente da sanfona, além das despesas com deslocamento, transporte e manutenção dos equipamentos necessários para os shows.





