Informações
Projeto relacionado
Equipe
Ana Clara Cunha Oliveira Dias | Edilberto Jose de Macedo Fonseca | Eduarda Manhães Santos | Elisabete Vicari | Gabriela Calafate | Ilana Musacchio | Joana Ramalho Ortigao Correa | José Augusto Camargo de Almeida | Julia Andrade | Julia Barros Silvera dos Santos | Lorena Fontes Ferreira | Maria Elisabeth Andrade Costa | Milena Barbosa | Raiane Alabaces | Alice Saint Martin da Cunha | Claudiane Dias de Carvalho
História de vida
A relação de Sandro com a dança foi iniciada ainda na juventude, inicialmente ligada ao ballet. Em 1976, viveu a expansão da lambada no Brasil, participando de concursos ao lado de sua irmã. Já na década de 1990, migrou de Três Rios para a capital carioca buscando ampliar sua formação e possibilidades de trabalho. Ao conhecer a dança de salão, percebeu que ela oferecia caminhos mais amplos de atuação e convivência social, sendo praticada em múltiplas escolas e eventos. Desde então, a trajetória artística e profissional de Sandro é baseada no seu trabalho com diferentes modalidades de dança, como o forró. Sua circulação entre diferentes circuitos estabelece uma rede que conecta o interior do estado a diversos ambientes de formação e prática da dança, especialmente na Região Serrana.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Localização
Bens culturais relacionados
Relação com o bem cultural
Sandro é dançarino e professor de dança, sendo responsável por ministrar aulas, participar de eventos (como competições, festivais, workshops e bailes temáticos) e comandar o Espaço Sandro Santos em Três Rios. Neste ambiente, procura ampliar o acesso à dança e apresentar novas referências ao público local. Em sua prática, adapta o ensino aos perfis dos alunos, atendendo tanto pessoas que buscam lazer e sociabilidade quanto estudantes interessados em técnicas e movimentos coreográficos mais complexos.
Lugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugares
Relação do bem cultural com o lugar
O dançarino destaca que, no estado do Rio de Janeiro, a cena do forró apresenta distinções espaciais. Ele percebe que, na Região Serrana, Petrópolis possui mais visibilidade e estrutura, contando com professores reconhecidos e mais ambientes de aprendizado. Já em Três Rios, considera que ainda existe pouca abertura para o desenvolvimento dessa manifestação e que muitas pessoas aprendem a dançar apenas em festas, sem acesso a escolas especializadas. Diante dessas lacunas, seu interesse volta-se para o fortalecimento da cena local e da aproximação dos residentes com essa experiência.
Aprendizado do bem
O aprendizado da dança foi iniciado a partir do ballet e da observação de Sandro em festas e bailes. No Rio de Janeiro, aprofundou seus estudos em cursos e escolas de dança, especialmente junto a Jaime Arôxa.
Transmissão de saberes
Seus conhecimentos são majoritariamente transmitidos por meio das aulas ministradas em seu espaço de dança, em academias e em eventos promovidos por empresas de turismo. Na sua prática, procura adaptar o ensino às diferentes expectativas e níveis dos alunos e fornecer bolsas de estudo para aproximar o quantitativo de homens e mulheres nas turmas.




