Informações
Projeto relacionado
Nome completo
Ivacir Soares
História de vida
O poeta e barbeiro ivacir é apaixonado pela preservação da cultura tropeira na lapa, com expressiva produção de poemas e textos sobre o tropeirismo. Há mais ou menos uns 15 (quinze anos) vem se descobrindo como um aficionado pelo tema. Surgiu assim de uma maneira bem autodidata, por um interesse muito particular. Mantém contatos regulares com instituições ligadas ao tropeirismo em toda a região como união dos tropeiros da lapa e a união tradicionalista da lapa, ambas, promotoras da cultura tradicionalista do tropeirismo entre os sete ctgs que existem no município. É apresentador do “programa gaúcho” da rádio legendária desde 1993. Já publicou dois livros de poesias regionalistas e se considera o único pesquisador do tropeirismo no município. Defende a cultura tropeira genuinamente brasileira, sulista e gaúcha, diferente do importado “country” americano que caracteriza outras festividades regionais no brasil. Algumas diferenças marcantes podem ser percebidas na forma de arreiar o cavalo, no formato da cuia e no chimarrão que é mais adocicado.
Localização
Descrição da atuação em rede
O poeta e barbeiro ivacir é apaixonado pela preservação da cultura tropeira na lapa, com expressiva produção de poemas e textos sobre o tropeirismo. Há mais ou menos uns 15 (quinze anos) vem se descobrindo como um aficionado pelo tema. Surgiu assim de uma maneira bem autodidata, por um interesse muito particular. Mantém contatos regulares com instituições ligadas ao tropeirismo em toda a região como união dos tropeiros da lapa e a união tradicionalista da lapa, ambas, promotoras da cultura tradicionalista do tropeirismo entre os sete ctgs que existem no município. É apresentador do “programa gaúcho” da rádio legendária desde 1993. Já publicou dois livros de poesias regionalistas e se considera o único pesquisador do tropeirismo no município. Defende a cultura tropeira genuinamente brasileira, sulista e gaúcha, diferente do importado “country” americano que caracteriza outras festividades regionais no brasil. Algumas diferenças marcantes podem ser percebidas na forma de arreiar o cavalo, no formato da cuia e no chimarrão que é mais adocicado.
Aprendizado do bem
Considera-se um estudioso do assunto há mais de 30 anos. Vem buscando a cada dia sempre mais informações sobre o tema, por uma iniciativa muito pessoal, uma vez que este interesse não vem de uma tradição familiar. Sua família não tinha nenhum envolvimento com tropas ou tropeiros. Toda a sua produção poética é voltada para temas regionalistas especialmente o tropeirismo que marca a identidade lapeana
Transmissão de saberes
Já exerceu a atividade de professor no caic – centro de atendimento integral à criança. Atualmente difunde a cultura tropeira através do seu programa de rádio, dos livros que publica e dos eventos culturais que participa. Também já possui algumas musicas cantadas em cds como “os serranos”, grupo musical gaúcho, no qual em parceria com edson duarte – líder do grupo, se realiza como compositor. No ritmo da milonga, a música “tributo ao chimarrão” fala do chimarrão e de sua importância,:. . . ”quando te sorvo, amargo tu aqueces minha garganta e o peito se agiganta te bebendo trago a trago”.

