Informações
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Nome completo
Dona Nininha
Data de nascimento
25 de maio de 1952
História de vida
Atualmente, dona nininha não realiza mais a atividade de doceira. Mas antes da morte de seu marido a sua relação com a atividade era intensa. Fazia principalmente o doce chamado “bem-casado”, o bolo inglês, panelinha de coco, queijadinha, ambrosia. Também trabalhou em fábricas de doces como safrista.
Localização
Descrição da atuação em rede
Atualmente, dona nininha não realiza mais a atividade de doceira. Mas antes da morte de seu marido a sua relação com a atividade era intensa. Fazia principalmente o doce chamado “bem-casado”, o bolo inglês, panelinha de coco, queijadinha, ambrosia. Também trabalhou em fábricas de doces como safrista.
Aprendizado do bem
Dona nininha teve relação com a culinária desde quando era criança. Segundo ela, sua avó já fazia, em casa, rosquinhas glaceadas e ela acompanhava todo o processo. Depois, em 1972, quando casou com artur ademar porto terres, o contato com a produção doceira se intensificou. Seu marido já trabalhava como vendedor de doces para nilza ruas. Após o casamento, dona nininha trabalhou um tempo com dona nilza ruas, foi nesse período que aprendeu a fazer vários doces. Suas experiências se davam no ambiente doméstico. Segundo ela, o bem-casado era muito trabalhoso porque dependia sempre de duas pessoas para pôr os confetes. Seu marido, ao fazer as entregas de dona nilza ruas, aproveitava e levava os doces da esposa para vender. O veículo utilizado por seu marido para realizar as entregas dos doces era uma charrete puxada por um cavalo. A charrete possuía, de forma improvisada, gavetas na parte exterior onde os doces eram colocados.
Transmissão de saberes
A entrevistada afirma que ensinou o feitio dos doces ao primo de seu marido. Ele pediu para que ela lhe ensinasse a fazer a panelinha de coco e alguns outros doces.

