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Mestre Elvis
Informações gerais do detentor
Projeto relacionado
Equipe
Adriana Guimaraes Duarte | Airton de Souza Melo | Álvaro dos Santos | Clair da Cunha Moura Junior | Josemary Omena Passos Ferrare | Juliana Nicolle Rebelo Barretto | Nadja Waleska Silva Rocha
Nome completo
Elvis dos Santos Pereira
Data de nascimento
12 de setembro de 1984
História de vida
Mestre Elvis teve seus primeiros contatos com o Coco ainda durante os estudos na Escola Antídio Vieira, no Trapiche, onde acompanhava os ensaios de um grupo existente na escola. Entre 1997 e 1998, já estudante do Colégio Laura Dantas, aproximou-se das atividades de uma paróquia e das festas juninas, até participar, em 2000, da criação do Grupo Reviver. Posteriormente, no Colégio Bom Conselho, integrou a fanfarra e organizou grupos de Coco e Quadrilha Junina. Sua formação na cultura popular também esteve relacionada ao Ponto de Cultura Chã de Folguedos, onde participou de atividades com Mestra Hilda, Mestre Verdelinho, Mestre Benon, Mestra Vitória e Mestre Nivaldo, além de integrar o Guerreiro Campeão do Trenado.
Ao longo de sua trajetória, ampliou sua atuação para diferentes expressões e públicos. Como coordenador do Instituto da Melhor Idade, participou da organização de grupos culturais destinados a pessoas com mais de 60 anos em diferentes bairros de Maceió. Em 2009, durante a graduação em Fisioterapia, ingressou no projeto de extensão FACIMATE para a Terceira Idade, ministrando aulas de danças populares. Também integrou grupos de Capoeira e, em 2010, após deixar o Reviver, fundou o Grupo Raízes Nordestinas, dedicado principalmente ao Coco de Roda e ao Bumba Meu Boi. Reconhecido como Mestre de Cultura Popular nas esferas municipal e estadual, também exerceu a presidência da LICOAL.
Bebedouro ocupa lugar importante em sua trajetória e em suas lembranças da cultura popular, especialmente pelos grupos, mestres e espaços que fizeram parte de sua formação. A Praça Lucena Maranhão, o CRAS, o Colégio Bom Conselho e outras escolas da região constituíam locais de ensaios, oficinas, apresentações e convivência entre brincantes e moradores. Atualmente, Mestre Elvis conduz o Grupo Raízes Nordestinas nos territórios do Graciliano Ramos e Village Campestre e continua atuando em aulas, ensaios e apresentações, embora a mudança dos locais das atividades tenha trazido dificuldades relacionadas à distância, ao transporte de materiais e à disponibilidade de espaços para os grupos.
Sobre este perfil
Este perfil reúne informações produzidas em diferentes etapas da pesquisa do Inventário Participativo do Patrimônio Cultural Imaterial dos bairros de Bebedouro, Bom Parto, Farol, Mutange e Pinheiro – IPCI Maceió.
Além das informações obtidas no Questionário 1, este perfil incorpora os conteúdos produzidos por meio do Questionário 2, correspondente à etapa qualitativa da pesquisa, realizada com uma amostragem de detentores culturais selecionados conforme os critérios metodológicos definidos pelo IPCI Maceió (para mais informações, consulte o Detalhamento do Projeto – Caderno 1).
A entrevista realizada por meio do Questionário 2, composta por perguntas direcionadas, permite conhecer alguns aspectos da trajetória de vida do participante, de sua relação com as referências culturais e do contexto em que desenvolve sua atuação. Dessa forma, complementa as informações produzidas no Censo Comunitário e contribui para uma compreensão mais contextualizada de sua experiência e de sua vinculação às referências culturais.
Identificação de gênero
Homem cisgênero
Perfil étnico-racial
Relação com bens culturais
Bens culturais relacionados
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Bem cultural relacionado
Descrição
"Reunindo música, poesia e dança, o coco apresenta-se vinculado a um só tempo às ações de trabalho, à festa, à criatividade e à manifestação artística, coadunando diferentes funções sociais.” (CÉSAR, Telma, O Coco Alagoano - Memória em Movimento, In Rede Sociocriativa do Coco de Roda, Catálogo, 2017, p. 55)
Localização
Relação com o bem cultural
Mestre do grupo Coco de Roda "RAÍZES NORDESTINAS"Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil. -
Bem cultural relacionado
Descrição
Este folguedo constitui uma variação rural dos Maracatus, sem a corte real, incorporando elementos dos pastoris, dos cocos, combinados com canções religiosas negras. Anteriormente era apresentado no carnaval mas atualmente é mais recorrente no ciclo natalino.
Todos os participantes são do sexo feminino: mestra, contra-mestra e puxa cordões. Elas usam trajes típicos das baianas: blusa rendada com babados, saias rodadas e estampadas, além de muitos colares e pulseiras. Por influência do pastoril, o cordão azul predomina em uma vestimenta e o encarnado na outra.
Também conhecido como Baianá, chegou ao Estado através dos municípios do Norte, vindos do Estado vizinho, Pernambuco. Desceu pela região serrana dos antigos quilombos e pelo litoral até Maceió, estabelecendo-se na região. Sua origem remonta às primeiras décadas do século XX.
Os ritmos quentes e envolventes que acompanham os cantos e danças dos Baianás são: abaianado, pancada-motor, machar, martelo, baião. Eles recebem influência de emboladas, cocos e cantorias de viola.
Nesses ritmos as dançarinas cantam peças que narram temas circunstanciais, sentimentais, líricos e amorosos. As Baianas cantam uma sequência composta por marchas de entrada ou abertura, peças variadas e , por fim, a despedida.
(ALAGOAS. Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa. Cartilha – Alagoas, seus folguedos e suas danças. 2. ed. Maceió: Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, 2024.)Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
A Taieira é uma manifestação folclórica de matriz africana, característica de Estados do Nordeste, tais como Alagoas, Sergipe e Bahia. Trata-se de uma dança-cortejo de caráter religioso e profano, realizada em louvor aos santos padroeiros dos negros, como São Benedito e Nossa Senhora do Rosário.
Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Os palhoções juninos foram, por muitas décadas, elemento importante das celebrações de São João nos bairros da capital alagoana. Representavam a forma mais tradicional, comunitária e espontânea de festejar o mês de junho.
O termo "palhoção" refere-se à estrutura física que era erguida nas ruas, praças ou terrenos baldios dos bairros, funcionando como um grande salão de festas, popular e improvisado, montado especificamente para os festejos juninos. Estruturas geralmente simples, com coberturas feitas de palha (daí o nome), lona ou tecido, apoiadas em varas ou estacas de madeira. A decoração era tipicamente junina, incluindo bandeirolas coloridas, balões, fogueiras e elementos rústicos, criando o ambiente de um grande "arraial de rua".
Nas décadas passadas, os palhoções eram o principal palco da cultura junina de Maceió, desempenhando um papel social fundamental:
Os palhoções eram criados e mantidos pela união dos vizinhos, que se organizavam para arrecadar fundos, montar a estrutura e garantir a segurança e a alegria da festa. Serviam como local de arrasta-pé, onde o forró pé de serra (o forró tradicional, com sanfona, zabumba e triângulo) dominava. Era também onde ocorriam as apresentações de quadrilhas juninas, tanto as tradicionais quanto as que começavam a se estilizar, e o famoso casamento matuto. Dentro ou ao redor do palhoção, eram montadas barracas vendendo as comidas típicas do período, como pamonha, canjica, milho cozido/assado e bolo de milho.
Com o crescimento de Maceió, especialmente nas décadas de 1970 e 1980, bairros novos e em expansão (como a Serraria, que teve um famoso "Palhoção da Serraria") adotaram essa prática como uma forma de afirmar a identidade e a cultura de cada comunidade.
Com o passar dos anos os palhoções foram ficando mais elaborados, com estruturas mais complexas de som e palco e o incremento de patrocínios e financiamentos vindos do poder público ou da iniciativa privada, o que também proporcionava a realização de shows de bandas maiores, de projeção regional ou nacional.
No que se refere ao território estudado foram localizados fazedores de cultura relacionados aos palhoções no bairro de Bebedouro.Relação com o bem cultural
Festeiro LocalData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Cavalhada é uma manifestação cultural e festiva de origem europeia, recriada no Brasil, que consiste em encenações equestres simulando batalhas medievais entre cristãos e mouros. Essas representações têm raízes nas tradições ibéricas e foram introduzidas no país durante o período colonial, sendo ressignificadas ao longo do tempo como parte do folclore popular.
A cavalhada é realizada, em geral, durante festas religiosas e celebrações locais, com destaque para eventos em cidades históricas e mais próximas à zona rural. Os participantes, montados a cavalo, utilizam trajes coloridos e elaborados, representando grupos em confronto simbólico.
Além do aspecto cênico, a cavalhada envolve elementos de música, coreografia e ritual, sendo uma expressão que articula história, religiosidade e identidade comunitária. É reconhecida como importante manifestação do patrimônio cultural brasileiro, preservando tradições transmitidas entre gerações.
Durante a realização do Inventário encontramos a ocorrência de um fazedor cultural do bairro do Pinheiro que se apresentou associado a este bem.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Ciranda é uma manifestação cultural popular brasileira que envolve música e dança coletiva em roda, marcada pela simplicidade dos movimentos e pelo forte caráter participativo. É tradicionalmente associada ao litoral do Pernambuco, especialmente na região de Olinda e na Ilha de Itamaracá mas durante a realização do Inventário encontramos a ocorrência de fazedores culturais de Bebedouro e do Mutange que se apresentaram associados a este bem.
Na ciranda, os participantes formam um grande círculo, de mãos dadas, dançando ao som de instrumentos como o bombo, o ganzá e o tarol, enquanto entoam cantigas de ritmo cadenciado e refrões repetitivos. A dança é conduzida por um mestre ou mestra, que puxa os versos e orienta o andamento da roda.
Mais do que uma prática artística, a ciranda é uma expressão de convivência e inclusão, aberta à participação de pessoas de todas as idades. Tornou-se um símbolo da cultura popular nordestina e ganhou projeção nacional por meio de mestres como Lia de Itamaracá, sendo reconhecida como importante patrimônio cultural do Brasil.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Grupo multicolorido de dançadores e cantadores, semelhantes aos Reisados, mas com maior número de figurantes e episódios, maior riqueza nos trajes e enfeites e maior variedade temática nas músicas.
Folguedo natalino surgido em Alagoas entre os anos de 1927 a 1929, sendo o resultado da fusão do Reisado Alagoano, da Chegança, dos Pastoris e do Auto das Caboclinhas.
Rico em cores e enredo é um folguedo bastante frequente nas festas populares, possuindo vários personagens, tais como: Rei, Rainha, Contra-Mestre, Embaixadores, General, Lira, Vassalos, Mateus, Palhaços, às vezes uma Catirina, Sereia, Estrele de Ouro, Estrele Brilhante, Estrela Republicana, Banda da Lua, Índio Peri e as “figuras” ou “figural”.
Os trajes são multicoloridos, imitação dos antigos trajes nobres, adaptados ao gosto e às possibilidades econômicas. Usam fitas, espelhos, contas de aljôfar, enfeites de árvores de natal nos chapéus que aparecem em formas de igrejas, palácios, catedrais, diademas, coroas, quadra-peitos, calções e mantos.
O Mestre é responsável por todos os componentes do grupo, tem o dom do canto, do trupé, ensina e coordena as partes.
O Guerreiro possui ainda uma série de entremeios como o doido, o Javali, o morto vivo, o lobisomem, o diabo e a alma, o capitão piloto, o mascote, a mãe velha, o messias, o mata-mosquito, e o boi que aparece mais simplificado e modernizado que nos Reisados, não havendo nem morte, nem repartição, nem ressureição do mesmo.
Consta de uma sequência de cantigas dançadas, denominadas de “peças”, intercaladas de “marchas” e representações constituídas de entremeio e partes: marcha de rua, cantos e danças de abrição de portas, entrada de sala, adoração ao divino, despedida.
No ano de 2019, o Guerreiro recebe do Estado de Alagoas o título de Patrimônio Imaterial de Alagoas. (ALAGOAS. Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa. Cartilha – Alagoas, seus folguedos e suas danças. 2. ed. Maceió: Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa de Alagoas, 2024.)
Dentre os bairros estudados no Inventário, Bebedouro e seu bairro adjacente, Chã de Bebedouro, merecem destaque na prática do Guerreiro, pois são referências importantes para essa manifestação cultural, uma vez que lá viveram (e vivem) alguns dos mestre de Guerreiro mais conhecidos do Estado, sendo este um folguedo bem popular entre essas comunidades. A praça central do bairro de Bebedouro, Lucena Maranhão, também é uma referência importante para o Guerreiro, tendo sido palco de inúmeras apresentações e encontro de grupos ao longo de décadas.Localização
Relação com o bem cultural
BrincanteData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil -
Bem cultural relacionado
Descrição
Maracatu é uma manifestação cultural e performática afro-brasileira que reúne música, dança, cortejo e teatralidade. Suas raízes remontam às irmandades negras e aos rituais ligados às coroações de reis e rainhas do Congo, mesclando elementos das culturas africanas, indígenas e do catolicismo popular. Possui duas vertentes principais: o Maracatu de Baque Virado (ou Maracatu Nação) e o Maracatu de Baque Solto (ou Maracatu Rural). A performance é marcada pelo uso de tambores (alfaias), gonguê, agbês, caixas. No caso do Maracatu Nação, há também a presença do cortejo da corte real, com figuras como rei, rainha, dama do paço, porta-estandarte e a emblemática calunga.
Embora mais conhecido como expressão pernambucana, o maracatu também possui trajetória histórica em Alagoas, sobretudo na região de Maceió e entorno. No início do século XX, havia grupos ativos ligados a comunidades negras urbanas e rurais, dialogando com práticas de matriz africana então vigentes no estado. Essa presença, porém, foi severamente afetada pelos acontecimentos ligados ao “Quebra de Xangô”, episódio de violência política e religiosa ocorrido em Maceió em 1912, que resultou na destruição sistemática de terreiros, perseguição a lideranças afro-religiosas e na repressão ao culto de Xangô (como é chamado o Candomblé em Alagoas). Essa repressão atingiu profundamente diversas expressões culturais de matriz africana — entre elas o maracatu.
A partir dos anos 1990 e, especialmente, dos anos 2000, inicia-se em Alagoas um processo de retomada e revalorização do maracatu, impulsionado por movimentos culturais, coletivos de juventude, grupos percussivos, terreiros e pesquisadores. Esse renascimento se conecta ao fortalecimento das identidades afro-brasileiras, às políticas de patrimônio cultural e à circulação do maracatu pernambucano, que inspirou novas formações.
Hoje, o maracatu reaparece no estado em forma de grupos de baque virado e baque solto, oficinas de percussão, cortejos urbanos, festivais e ações educativas. Alguns grupos incorporam elementos tradicionais, enquanto outros dialogam com linguagens contemporâneas, mantendo vivo o vínculo simbólico com a ancestralidade africana e com a resistência cultural frente ao apagamento histórico causado pelo Quebra de Xangô.
No que se refere ao território estudado, foram localizados fazedores de cultura relacionados ao Maracatu no bairro do Farol.Localização
Relação com o bem cultural
BatuqueiroData em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem na residência e em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil. -
Bem cultural relacionado
Descrição
Foram identificados no território profissionais do teatro, dança (gêneros variados) e artes circenses, organizados em coletivos e associações ou atuando de forma independente. Atuavam junto às comunidades dos bairros inventariados, tendo alguns deles realocados suas sedes e locais de ensaio após a desocupação.
Localização
Relação com o bem cultural
Dançarino especializado em danças de matriz africana.Data em que iniciou a prática como detentor do bem cultural
acima de 20 anosLugar onde é praticado o bem cultural
as práticas culturais ocorrem em outros lugaresRelação do bem cultural com o lugar
Pinheiro – bairro onde a prática cultural era desenvolvida antes dos impactos da catástrofe tecnológica e ao decorrente perigo de subsidência que atinge a área e precipitou o processo de desocupação dos bairros pela Defesa Civil.
Dados socioeconômicos
Escolaridade ou formação profissional
Ensino superior completo
Remuneração
Regularmente


